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boca nervosa
Neste domingo (15), a cidade de Belo Horizonte assistiu a estreia, no carnaval, do Bloco da Anistia, um cortejo que misturou folia com política e que teve como motivação o protesto contra a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro e demais presos pelos atos do 8 de janeiro. O bloco também faz críticas ao presidente Lula e ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, que decretou a prisão de Bolsonaro.
Vestidos de verde e amarelo ou com abadás com a inscrição “Bolsonaro Livre”, os participantes se concentraram na praça Marília de Dirceu, no bairro Inconfidentes. O cortejo começou às 11h, e terminou por volta das 16h.
A manifestação começou com a oração do Pai Nosso e com o hino nacional, no ritmo de marchinha de carnaval. Em seguida, os foliões puxaram o coro “Acorda, Brasil, acorda!”, que remete à caminhada promovida pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) no mês de janeiro.
Quem foi responsável pelo primeiro show no bloco foi o cantor Boca Nervosa, de São Paulo. Ele viralizou entre os direitistas com as músicas “Faz o L Jumento”, “Pagode do Lalau” e a recém-lançada “Banco Master”.
“Eu recebi esse convite de coração aberto pelo pessoal da direita aqui de Minas Gerais. Nós precisamos mudar essa concepção desse pessoal inocente, que foram presos inocentemente. Não existiu golpe coisa nenhuma, nós estamos aqui para isso aqui, para alertar o Brasil”, disse Boca Nervosa em conversa com jornalistas ao final do seu show.
Durante o cortejo, foliões entoaram a música “Vai devagar, Xandão”, em referência a Moraes. Um dos trechos diz: “Vai devagar, Xandão! Quem sobe igual foguete derruba igual o balão. Você anda muito abusado passando por cima da Constituição querendo prender todo mundo que discorda da sua aberração”.
Na programação deste domingo, o Bloco da Anistia teve a apresentação da banda Músicos Opressores, com rock, pop e MPB. O repertório do grupo é formado por músicas nacionais e internacionais, escolhidas por mensagens de “contestação e protesto”, como definido pela organização do bloco.
O cortejo também vai recebeu a banda cristã Reverência, focada em evangelismo nos estilos soul, pop, rock e worship. Por fim foi realizado um show do deputado federal e cantor gospel Eros Biondini (PL-MG).
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Geraldo Alckmin
"Quem defende ditadura não deveria ser candidato".
Disse o vice-presidente Geraldo Alckmin, durante sua despedida do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços ao indicar ter ficado “honrado” com o convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para compor novamente a chapa nas eleições de 2026, e também fazer duras críticas ao principal adversário do atual governo, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).