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O ex-prefeito de Apuarema, no Médio Rio de Contas, Rogério Costa (PSD), afirmou ter sido vítima de agressão física durante os festejos de São João do município. O fato ocorreu na noite da terça-feira (23), enquanto acompanhava o show do cantor Lairton.
Um vídeo que circula nas redes sociais mostra Rogério Costa dançando em frente ao palco da festa, com uma lata de cerveja na mão, quando é atingido pelas costas por um homem.
?? Ex-prefeito de Apuarema afirma ter sido agredido durante festa de São João
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) June 25, 2026
Confira ?? pic.twitter.com/NEfAqVS8gB
Após a agressão, tem início um tumulto entre os presentes. A confusão foi contida com a chegada de uma guarnição da Polícia Militar. Em contato nesta quarta-feira (24) com o Blog do Marcos Frahm, parceiro do Bahia Notícias, o ex-prefeito afirmou ter identificado três pessoas que, segundo ele, participaram da agressão.
Rogério alegou que os envolvidos seriam integrantes do grupo político do atual prefeito de Apuarema, Roberto Amorim, conhecido como Betão (Avante). O ex-gestor prometeu registrar um boletim de ocorrência na delegacia da cidade.
"Eu estava em frente ao palco, fui agredido pelo pessoal do prefeito, que se incomodou com a minha popularidade. Foram três e eu vou registrar", declarou Rogério Costa ao blog.
A disputa política em Apuarema se intensificou nas eleições municipais mais recentes, quando Roberto Amorim (Betão) derrotou Rogério Costa nas urnas.
O ex-prefeito administrou o município até dezembro de 2024. Desde então, a polarização entre os grupos políticos locais tem sido marcada por constantes embates entre apoiadores, mesmo fora do período eleitoral.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.