Artigos
A mãe da gula
Multimídia
Deputado Adolfo Menezes critica gastos com cachês de artistas em festas no interior da Bahia
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
bel borba
A mostra “Pluralidade em Ressonâncias” entra em cartaz em Salvador, reunindo mais de 30 artistas de diferentes gerações das artes visuais baianas. Com nomes como Bel Borba e Juarez Paraíso, a exposição é organizada pela Associação Baiana dos Artistas Plásticos e Visuais e propõe um diálogo entre trajetórias consolidadas e novos talentos da cena local.
A mostra fica aberta ao público entre os dias 17 de abril e 16 de maio, na Galeria do Barro Vermelho Atelier.
O projeto parte da ideia de que nenhuma obra existe de forma isolada. Em vez disso, as produções dialogam entre si, reverberando experiências, memórias, territórios e tensões contemporâneas. A exposição reúne pinturas e esculturas que evidenciam a diversidade de linguagens e estilos presentes na arte produzida na Bahia.
Além de Borba e Paraíso, participam os artistas Maria Adair, Celso Cunha Neto, Bauer Sá, Leonel Brayner, Ordep Serra, Márcia Magno, Dulce Cardoso, Bruno Pamponet, Tati Sampaio, Igor Santos, Jair Gabriel, Guache Marques, Gabriela Cruz, Rafael Dantas, Adriano Bastos, Cecilia Menèzes, Rosângela Lima, Rebouças, Carmen Freaza, Clarissa Mustafá, João Bosco, Leonardo Celuque, Helena Maria Cruz, Zóog, Kleyson Otun Elebogy, André Araújo, Tadeu Bahia, Luiz Humberto Carvalho, Silvia Lopes, Maria Nazaré Santos, Célia Mallett, Sônia Amorim e Tereza Mazzoli.
Segundo a curadora Tati Sampaio, a proposta da mostra é valorizar as diferenças. “A exposição não busca uniformidade. Ao contrário, assume a divergência como força estruturante. Cada obra carrega sua própria vibração, resultado de percursos singulares e pesquisas íntimas. Ao compartilharem o mesmo espaço, essas produções passam a reverberar umas nas outras”, explicou.
Siga o @bnhall_ no Instagram e fique de olho nas principais notícias.
Salvador tem muitos filhos ilustres, mas Bel Borba é um daqueles que contam como poucos a história da primeira capital do Brasil. Por meio da arte, o artista plástico faz da cidade seu principal cenário e matéria-prima, com obras que atravessam o cotidiano e ajudam a narrar a identidade de Salvador, que celebra 477 anos neste domingo (29).
“Me sinto um soteropolitano típico, um baiano clássico. Eu amo a minha cidade. Salvador tem uma geografia, uma anatomia que dá muito charme. É uma cidade debruçada sobre uma baía imensa, com uma riqueza cultural inesgotável, na música, na culinária, na miscigenação. Quando viajo, já saio pensando na volta”, contou ao BN Hall. Segundo ele, essa relação com a cidade não é apenas afetiva, mas também estruturante em sua trajetória. “Tenho muita sorte de, ao vir para este mundo, nascer em Salvador, na Bahia. É um privilégio ser soteropolitano, viver essa cidade e tudo o que ela representa”, completou.
Filho de uma família de advogados, Bel chegou a iniciar o curso de Direito, em um período em que a arte ainda não era vista como profissão consolidada. O caminho, no entanto, já estava desenhado desde cedo. Ainda criança, por volta dos oito anos, produziu sua primeira xilogravura, marcando o início de uma relação contínua com a criação.
Hoje, com cerca de cinco décadas de produção ininterrupta, construiu uma obra que se espalha por diferentes suportes e materiais, como madeira, aço, concreto e plástico. Foi nos mosaicos e nas esculturas, porém, que encontrou uma forma mais direta de dialogar com a cidade, levando a arte para fora dos espaços tradicionais. “Eu crio há 50 anos, então dá para marcar uma época. De certa forma, eu estou na corrente sanguínea do soteropolitano”, disse.

Monumento em homenagem a Santa Dulce dos Pobres. Foto: Reprodução / Prefeitura de Salvador
Essa ocupação acontece de forma orgânica, incorporada ao dia a dia. As obras não estão apenas em galerias, mas em muros, fachadas e espaços públicos, criando encontros inesperados com quem circula pela cidade. Esculturas como a baiana de acarajé, na orla de Amaralina, a imagem da Santa Dulce dos Pobres, no Largo de Roma, e os mosaicos espalhados por diferentes bairros ajudam a consolidar essa presença.

Escultura da baiana de acarajé em Amaralina. Foto: Jefferson Peixoto / Secom
“Quando você leva a arte para a rua, ela deixa de ser só sua e passa a ser da cidade. As pessoas convivem com aquilo no dia a dia, criam uma relação, reconhecem, se identificam. Isso é muito poderoso, porque a obra deixa de estar restrita a um espaço e passa a fazer parte da vida das pessoas”, explicou.
Entre os trabalhos mais marcantes, ele destaca a coleção de mosaicos desenvolvida ao longo dos anos em Salvador. Para o artista, essas peças formam um conjunto que ultrapassa obras isoladas e ganha sentido no todo. “Foi se construindo de forma orgânica, ao longo do tempo. Vejo tudo isso como uma obra só, talvez a mais importante da minha trajetória”, avaliou.
Mais do que estética, a produção também carrega uma visão sobre o papel da arte. Para Bel, criar está diretamente ligado à ideia de troca. “A arte é o milagre de você compartilhar”, resumiu, ao explicar que o processo envolve dividir ideias, percepções e experiências. “Isso vale para a música, para a pintura, para o teatro. Eu me recuso a me inscrever em um único caminho”, completou.

Foto: Divulgação
Mesmo com reconhecimento internacional, com obras e exposições em países como Estados Unidos, Alemanha, Espanha e Suíça, Salvador permanece como ponto central de sua trajetória. Foi na cidade que construiu sua base e também de onde partiu para o mundo.
Nesse sentido, ele faz questão de reforçar a origem como parte inseparável do trabalho. “Salvador e a Bahia me projetaram para o mundo. Foi daqui que tudo começou”, afirmou. “Sempre tive, e sempre vou ter, a honra de levar a minha terra comigo”, acrescentou.
A cidade, aliás, segue sendo fonte constante de inspiração. Para Bel, o ambiente urbano, a diversidade cultural e a forma como as pessoas ocupam os espaços alimentam o processo criativo de forma permanente. “Salvador é um berço de criatividade. É uma cidade de muita exuberância, muita diversidade, com influência de povos do mundo inteiro. Isso chega até a gente de várias formas e amplia ainda mais esse olhar. É uma cidade muito musical, muito sensorial, cheia de cheiros, de cores, de ritmos. Tem o cheiro do acarajé na esquina, do mar, da maresia, das flores… tudo isso alimenta quem cria. É uma energia muito forte, muito especial. Qualquer artista precisa viver Salvador, precisa estar aqui, sentir isso de perto”, destacou.
Ao longo dos anos, essa troca entre artista e cidade se consolidou a ponto de se tornarem indissociáveis. A trajetória de Bel acompanha transformações urbanas, culturais e sociais, ao mesmo tempo em que contribui para construir a paisagem afetiva de Salvador.
Ao olhar para o próprio percurso, ele resume essa relação como algo que ultrapassa a carreira e se mistura à própria história de vida. “No dia em que eu estiver chegando ao meu último suspiro, tenho certeza de que vou encher o pulmão e lembrar da história de um menino que inventou um jeito de trabalhar, de ser artista, de conduzir a própria carreira, e que foi abraçado pela sua cidade. Me tornei indissociável de Salvador, da Bahia. Hoje, não dá para falar de mim sem falar daqui. Somos completamente complementares”, concluiu.
Siga o @bnhall_ no Instagram e fique de olho nas principais notícias.
Após o sucesso da primeira edição, a empresária Carol Sousa anunciou a nova temporada do projeto Villa Art, galeria localizada dentro da academia Villa Forma, no Rio Vermelho, em Salvador. O espaço apresenta um conceito inovador para os entusiastas da arte e sua segunda edição está programada para começar nesta quarta-feira (5), a partir das 17h.
Apadrinhada por Bel Borba, a edição contará com os trabalhos de Alini Othares, Ana Kruschewsky, Arthur Fraga, Bel Borba, Bruno Pamponet, Camila Marinho, Carol Sousa, Edgar Abbehusen, Enoc Alma, Flávia Vazzoler, Gardenia Passos, Gian Coloni, Kiko Silva, Lipe Coelho, Marcos Freire, Moacyr Gramacho, Rafael Dantas, Ray Vianna, Rebouças, Reinaldo Giarola e Suy Andrade. As criações desses artistas serão expostas através de pinturas, esculturas, desenhos, cerâmica e fotografias.
Com o propósito de tornar a arte cada vez mais acessível, Carol afirma que o intuito do projeto é mesclar novos e velhos talentos, fazendo artistas menos conhecidos interagirem com os já consagrados no mercado. A galeria se encontra aberta para a visitação do público que frequenta a academia, mas também para os passantes do Rio Vermelho, inserindo a arte de forma natural na vida das pessoas.
Siga o @bnhall_ no Instagram e fique de olho nas principais notícias.
O artista plástico Bel Borba foi convidado, pela terceira vez, para participar da Bienal de Esculturas de Montreux, que acontece na Suíça no dia 4 de outubro.

Para o evento, Bel criou a escultura intitulada ‘0,02’, com 3 metros de altura. A obra referencia uma onda gigante formada por cinco lâminas, sendo que cada uma representa um oceano. Neste trabalho, o artista chama atenção para o escasso volume de água presente no planeta e procura trazer uma reflexão sobre a importância da preservação dos mares.

Em suas redes sociais, o escultor já vinha compartilhando o processo de criação do seu recente trabalho e se mostrou honrado ao publicar um momento onde crianças estão interagindo com a sua escultura.
“Ter a obra povoada com as crianças interagindo com o monumento é o sonho de todo artista, a obra se incorpora a vida da comunidade. Uma dádiva!”, escreveu Bel.

Siga o @bnhall_ no Instagram e fique de olho nas principais notícias.
Mais de 30 trabalhos de artistas brasileiros estarão disponíveis para visitação no Espaço Caixa Cultural Salvador, a partir da próxima quarta-feira (12). Sob curadoria do artista plástico Dilson Midlej, as peças são de nomes como Carlos Bastos, Calasans Neto, Emanuel Araújo, Juraci Dórea, Marepe, Justino Marinho, Cesar Romero e Bel Borba.

Foto: Divulgação/Calasans Neto
As obras reunidas na exposição pertencem à coleção de artes da Associação Cultural Brasil – Estados Unidos (ACBEU). Ticiano Cortizo, superintendente da ACBEU, conta que valorizar a cultura da Bahia e do Brasil é uma das pretensões da mostra.
“A arte é também um registro documental. As obras contam, por meio de traços e formas, a história de um povo. Nos comprometemos em preservar e divulgar esse patrimônio para a sociedade, principalmente para as novas gerações, tendo em vista que também se trata de um meio de formação”, explica Ticiano.
A mostra também conta com ações de acessibilidade e atividades makers para o público visitante. A exposição é gratuita.
Siga o @bnhall_ no Instagram e fique de olho nas principais notícias.
O Acervo Galeria de Arte, localizado no Caminho das Árvores, em Salvador, volta a representar a Bahia na SP-Arte, em São Paulo. Entre os dias 29 de março a 2 de abril, a exposição inédita “O Louva-Deus e O Mar”, do artista plástico baiano Bel Borba, ocupa o Pavilhão da Bienal.


Na mostra, Bel traz pinturas produzidas com tinta acrílica sobre velas de veleiros navegadas, além de uma escultura, o “louva-deus”, feita com aço corten e um grande leme de Saveiro. “Preparei uma exposição toda em cima da pele e da superfície dos veleiros, me apropriando da geometria dos recortes e das costuras que povoam essas velas e me deixando inspirar no design dos veleiros”, explica o artista.


Siga o @bnhall_ no Instagram e fique de olho nas principais notícias.
A Acrevo Galeria de Arte está entre os participantes da Casas Conceito, mostra de Arquitetura e Decoração que ocorre até o dia 30 de outubro, no Santo Antônio Além do Carmo.
O escolhido pela galeria para a exposição de inauguração do espaço foi o artista plástico Bel Borba. Além dele, Elenildo Café, Alba Vasconcelos, Guel Silveira e Igor Rodrigues, recentemente apontado como um dos destaques da SP-Arte, em agosto, terão trabalhos expostos.

Na Acervo, ao longo de dois meses, será promovido, a cada 12 dias, outras exposições com artistas representados por ela.
Além de ser a única galeria com um espaço próprio na Casas Conceito, a Acervo está presente também nos ambientes dos arquitetos Carol Gaspar e Cauã Witzke (GW Arquitetos), Nathália Velame e Ivan Rocha.
"É um prazer contar com esse espaço na Casas Conceito, onde podemos reforçar a importância da arte na valorização dos ambientes e projetos", destaca Ricardo Portela, que comanda a galeria ao lado do sócio Denny Venegeroles.
Siga o @bnhall_ no Instagram e fique de olho nas principais notícias.
O artista plástico Bel Borba vai assinar uma escultura em homenagem à torcida do Esporte Clube Bahia no novo Centro de Treinamento Evaristo de Macedo, conhecido como "Cidade Tricolor". A obra de Bel Borba foi feita com restos de demolição da velha Fonte Nova e vai ser apresentada aos sócios do time na inauguração oficial do CT, no próximo sábado (11), em Camaçari.
Conforme divulgado pelo "Alô, Alô", do Correio, outras esculturas assinadas por diversos artistas baianos farão parte do projeto do novo centro de treinamento.
Confira a foto divulgada:
O artista plástico baiano Bel Borba e a portuguesa Helena Cardoso realizam uma exposição conjunta, desta sexta-feira (15) até o dia 24 de junho, no foyer do Teatro Castro Alves, como parte da programação do projeto “Bahia-Portugal: Pontos que nos unem”, promovido pelo Consulado Português na Bahia e a Cátedra Fidelino Figueiredo. A abertura da mostra acontecerá no dia 15, às 16h30, com um coquetel fechado para convidados, que terá a presença dos artistas, além do mbaixador de Portugal no Brasil, Jorge Dias Cabral; a Cônsul-geral de Portugal na Bahia, Nathalie Viegas; e outras autoridades. "A primeira coisa que me ocorreu, quando fui convidado pela cônsul Nathalie Viegas, foi fazer um trabalho onde eu ilustrasse em cada obra laços comuns entre essas duas culturas. Decidi que a coleção apresentada seria uma abordagem visual sobre um avanço na direção do futuro”, contou Bel Borba.
SERVIÇO
O QUÊ: Exposição Helena Cardoso e Bel Borba
QUANDO: Abertura no dia 15 de junho, às 16h30. Visitação até 24 de junho
ONDE: Foyer do Teatro Castro Alves
VALOR: Entrada gratuita
Com mais de 40 anos de carreira consolidada no Brasil, o artista plástico baiano Bel Borba tem trabalhado intensamente fora do país. De passagem pela Europa, desde novembro de 2016, ele esteve na Alemanha, onde faz itinerância com a exposição “Os Filhos do Brasil”; na Espanha, com a mostra em bronze “Regênesis”; e hoje integra um grupo de artistas multiétnico que se prepara para uma residência em Veneza, na Itália. Em entrevista ao Bahia Notícias, Bel Borba detalhou os trabalhos que tem desenvolvido no exterior e falou sobre as diferenças culturais do público e do mercado na Europa e no Brasil, destacando a importância da arte como atrativo do turismo. “Eu acho que na administração pública não se coloca ainda na ponta do lápis o que o investimento em arte pode gerar”, comentou o baiano. “Eu não estou dizendo que os administradores sejam obtusos, mas eu não vi ainda nenhum administrador público que dissesse: vamos investir em arte, para que seja um atrativo de peso para engordar o nosso repertório para oferecer ao turista. Eu conheço russos, gente do mundo inteiro que vão à Bahia por causa de Jorge Amado”, acrescentou Bel Borba, ressaltando a necessidade não apenas de comprar as obras, mas também de fazer a manutenção. Ele comentou também sobre o abandono do espaço dedicado a Mario Cravo Jr. no Parque Metropolitano de Pituaçu e destacou a relevância do artista, a quem considera o maior e mais importante da Bahia. “Às vezes a gente sente a impressão de que os caras não sabem o valor dos artistas que nós temos aí na Bahia”, disse Bel Borba, ressaltando ainda que “toda homenagem que se fizer a Mario hoje é pouca, porque ele merece muito mais”. Confira a entrevista completa na coluna Cultura.
O artista plástico Bel Borba lança, em setembro, o livro “50 anos de criação”. Com patrocínio do Grupo TPC, por meio de lei de incentivo à cultura, a obra biográfica contará com a narração de fatos e imagens sobre as obras e a carreira do baiano conhecido como “Picasso do Povo”. “Fomentar a cultura baiana já se tornou parte das diretrizes do Grupo TPC. Para nós, é um prazer apoiar o livro que mostra o melhor de um grande artista”, comentou Leonardo Barros, presidente do Grupo TPC, um dos principais operadores logístico do país. Barros destacou ainda que incentivar a cultura é somar forças para garantir um futuro melhor aos cidadãos.

Bel Borba e João Pinheiro durante o lançamento da exposição | Foto: Jamile Amine / Bahia Notícias
.jpg)
SERVIÇO
O QUÊ:“Aqui, tem 7 Elementos”
ONDE:Sala de Arte Contemporânea - Palacete das Artes Rodin Bahia
QUANDO: Do dia 13 de janeiro até o dia 23 de março
QUANTO: Entrada franca
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.
