Artigos
E se o maior erro das previsões eleitorais não estiver nas pesquisas, mas na forma como interpretamos o eleitor indeciso?
Multimídia
ACM Neto reage ao voto Lula-Neto e acusa PT de pressionar eleitores: “Não é dono do voto de ninguém”
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
bebe empelicado
Três bebês nasceram de forma empelicada no mesmo dia na Santa Casa de Misericórdia de Santo Antônio de Jesus, no Recôncavo Baiano. O caso foi considerado uma coincidência rara pela equipe médica.
O parto empelicado acontece quando o bebê é retirado do útero ainda envolvido pela bolsa amniótica, membrana que protege a criança durante a gestação. Geralmente, a bolsa se rompe antes ou durante o trabalho de parto.
Ao Acorda Cidade, parceiro do Bahia Notícias, a médica obstetra Débora Reis da Cruz, responsável pelos três partos, relatou que já havia realizado outros procedimentos desse tipo ao longo da carreira, mas nunca havia presenciado três ocorrências no mesmo dia, no caso na última quinta-feira (6).
Segundo a profissional, a repetição do fenômeno causou surpresa entre os integrantes da equipe. “No primeiro nascimento, a equipe percebe que o bebê está vindo envolvido pela bolsa; no segundo, já chama atenção o fato de o fenômeno estar se repetindo; e, quando acontece pela terceira vez no mesmo dia, a coincidência certamente torna o plantão memorável”, afirmou ao portal feirense.
Entre os bebês está Benjamim, filho de Elenice Almeida Braga, de 28 anos. A mãe chegou à maternidade com 37 semanas de gestação e, por ser considerada paciente de risco devido à diabetes, foi encaminhada para uma cesariana.
De início, os profissionais haviam informado que o bebê estava em posição transversal. No momento do parto, porém, Benjamim estava em posição cefálica e nasceu empelicado. “Foi uma surpresa, pois ele estava cefálico e empelicado. O medo sumiu e a emoção tomou conta do lugar com a chegada do meu pequeno bem e saudável”, relatou Elenice.
A mãe de Hilary, Jeniffer Araújo, contou que a filha estava prevista para nascer em 12 de agosto, mas precisou ser encaminhada à emergência da Santa Casa após apresentar pressão arterial elevada.
A bebê nasceu com 37 semanas e um dia. Jeniffer afirmou que já conhecia o trabalho da médica Débora Reis, mas não esperava que a filha nascesse empelicada.
Um parto empelicado, quando o bebê nasce ainda envolto pela bolsa amniótica, surpreendeu médicos e familiares em Irecê, no Centro Norte baiano. O caso, considerado raro, chamou ainda mais atenção por ocorrer em uma gestação de gêmeos, mas apenas uma das meninas veio protegida pela estrutura.
Segundo o G1, o nascimento das irmãs Olívia e Amelie aconteceu na última terça-feira (12) em uma clínica particular da cidade. O momento foi registrado em vídeo por um fotógrafo presente na cesariana, que durou cerca de 40 minutos e contou com uma equipe formada por dois obstetras, dois pediatras, um anestesista, um instrumentador, uma enfermeira e duas técnicas de enfermagem.
O obstetra Autran Machado, com 16 anos de carreira, disse que foi a primeira vez que presenciou um parto empelicado em gêmeos. A mãe, que já tem um menino de três anos, descreveu a emoção como um “toque especial do destino”. Olívia nasceu com 2,400 kg e 47 cm, enquanto Amelie, que foi a bebê empelicada, pesou 2,654 kg e mediu 49 cm.
Ambas estão saudáveis e seguem internadas, com previsão de alta para esta quinta-feira (14), quando irão para casa conhecer o irmão mais velho, Noah.
Um bebê nasceu envolto na bolsa amniótica após a mãe dar a luz em uma clínica de Irecê, no Centro Norte baiano. O parto empelicado é considerado raro, com uma média de um para cada 80 mil recém-nascidos. Segundo o G1, a pequena Luna Sofia nasceu na última segunda-feira (2) quando a empreendedora Luany Pires Fernandes de Souza, de 24 anos, se submetia a uma cesariana.
Luna Sofia é a primeira filha de Luany e do caminhoneiro José Marcos do Nascimento Junior. A bebê nasceu após 39 semanas de gestação, com 50 centímetros e mais de três quilos. À reportagem, a mãe disse que não chegou a ver imediatamente que a filha estava empelicada, devido ao campo cirúrgico, tecido utilizado nos procedimentos. Ela só viu a filha após a cisão com bisturi.

Foto: Reprodução / Arquivo Pessoal
O caso emocionou a ela, o marido e os profissionais envolvidos no procedimento, como médica e enfermeiras. Ainda segundo informações, não é possível prever quando ocorre um parto empelicado. O procedimento não oferece risco para mãe ou para o filho.
Especialistas consideram que este tipo de parto pode proteger mais o recém-nascido, sobretudo quando a mulher tem alguma doença infecciosa, o filho não entra em contato com o sangue da mãe e não se contamina. A bolsa intacta também protege o bebê contra possíveis traumas ou escoriações na hora do parto.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Dario Durigan
"Não vou tratar de bets agora, porque são temas que nós ainda estamos em avaliação. O presidente deve tratar disso aí nos próximos dias".
Disse o ministro da Fazenda, Dario Durigan ao desconversar se o governo já havia batido o martelo sobre o texto da medida provisória que restringirá as apostas online no Brasil. Ao ser abordado pela imprensa, o ministro disse que a MP ainda está em avaliação e ter o seu texto avaliado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva nos próximos dias.