Artigos
Lula aos 81 anos: estresse, saúde mental e mais quatro anos na Presidência
Multimídia
Cezar Leite afirma que título a Flávio Bolsonaro sofreu ataques por causa das eleições
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
azzurra
Após ser anunciado na terça-feira (28), a Federação Italiana de Futebol (FIGC) apresentou Roberto Mancini como novo técnico da Itália nesta quarta-feira (29). O treinador, de 61 anos, retorna ao comando da Azzurra após liderar a seleção nacional de 2018 a 2023, conquistando a Eurocopa de 2021.
Buscando voltar aos tempos de glória, a Itália acredita no trabalho de Mancini para reconstruir a seleção e voltar a disputar a Copa do Mundo, após passar três edições consecutivas fora.
“Estou aqui para trazer a Itália de volta ao lugar que ela merece. Independentemente do que aconteceu em 2023, o objetivo é sempre vencer e jogar bem. Estou convencido de que os jogadores estão à altura e que são bons, especialmente os jovens”, afirmou Mancini.
Entre as estratégias pensadas pelo novo técnico está a utilização de jogadores mais novos. “Os jogadores do Sub-18 devem jogar todos na mesma formação, desde o Sub-18. Acho que é possível revelar bons jogadores aos 18 anos e, por isso, seria melhor ter uma identidade tática comum”.
Apesar da crise futebolística, Mancini se mostrou confiante para iniciar o novo trabalho, que deve estrear oficialmente no dia 25 de setembro, contra a Bélgica, pela Liga das Nações da Uefa.
“Acredito que temos jogadores fortes e jovens. Vamos encontrar os novos Bonucci e Chiellini, que servirão de referência e orientarão os mais jovens. [...] Gostaria de ganhar um grande troféu, talvez até dois. Gostaria de construir um projeto com a seleção nacional. E, se possível, ficar além do meu contrato”, completou.
MANCINI NA AZZURRA
Em sua primeira passagem pela equipe iniciada em 2018, comandou a seleção italiana no processo de reconstrução que resultou na conquista da Eurocopa de 2021, em Wembley, contra a Inglaterra.
Mancini saiu da seleção em agosto de 2023, um ano e cinco meses após ser eliminado pela Macedônia do Norte na repescagem e eliminou a Itália da Copa do Mundo do Catar.
Na ocasião, o técnico comunicou sua saída por e-mail antes de assumir a seleção da Arábia Saudita. “Cometi um erro e me arrependo. O destino está me dando a chance de me redimir: é como perder a mulher da sua vida”, afirmou.
Pela Seleção Italiana, Roberto Mancini disputou 61 jogos, com 37 vitórias, 15 empates e 9 derrotas. O ponto alto foi o título da Eurocopa em 2021.
Fora da Copa do Mundo pela terceira vez consecutiva, os italianos vão torcer para o Brasil do técnico e compatriota Carlo Ancelotti, segundo uma pesquisa divulgada pelo Instituto de Pesquisas SWG, nesta quinta-feira (11). Além da Canarinho, os torcedores da Azzurra apontam a Espanha como uma de suas favoritas na competição de 2026.
Dos italianos consultados, 75% disseram se sentir “tristes e nostálgicos” com a ausência da Itália na Copa. Apesar disso, 59% dos entrevistados informaram que pretendem assistir ao Mundial. Por outro lado, 19% foram categóricos ao afirmar que, sem a presença da própria seleção, não acompanharão a competição.
Entre as equipes participantes da edição de 2026, o Brasil apareceu como o favorito dos torcedores italianos, com 17% da preferência. A Espanha veio logo atrás, com 16%, seguida pela Argentina, atual campeã mundial, com 10%.
Já 35% dos entrevistados que pretendem acompanhar o torneio afirmaram não ter uma seleção favorita.
A pesquisa da SWG foi realizada entre os dias 3 e 5 de junho, ouvindo 800 cidadãos italianos.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Valdemar Costa Neto
"Não gostei".
Disse o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao comentar a carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência nesta quarta-feira (28). No pronunciamento, Flávio afirma que pretende liderar a oposição brasileira do exterior.