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axe nas redes
A Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) sediada em Cruz das Almas, em parceria com o Ministério da Igualdade Racial (MIR), abriu inscrições para o processo seletivo da oficina "Axé nas Redes". A iniciativa oferece formação audiovisual para 30 jovens entre 18 a 29 anos, pertencentes a povos e comunidades tradicionais de terreiro e de matriz africana, de todas as regiões do Brasil.
A oficina será realizada online, com encontros virtuais, totalizando 40 horas de carga horária. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas até 26 de março de 2025, no site oficial acessível por aqui.
O processo seletivo consiste em preenchimento de formulário de inscrição, análise documental e análise de vídeo de apresentação. Serão oferecidas 6 vagas para cada região do Brasil. Os participantes receberão auxílio de R$ 600,00 para custear o acesso à internet, pago em três parcelas durante a oficina. É necessário comprovar o vínculo com povos e comunidades tradicionais de terreiro e de matriz africana, mediante declaração assinada pela liderança responsável.
A oficina "Axé nas Redes" integra o projeto "Encruza: fortalecimento e valorização das comunidades quilombolas, povos de terreiro e ciganos", do Ministério da Igualdade Racial. O projeto visa ampliar as políticas afirmativas para esses povos e comunidades, promovendo seus direitos, valorização cultural e fortalecimento de identidades.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.