Artigos
E se o maior erro das previsões eleitorais não estiver nas pesquisas, mas na forma como interpretamos o eleitor indeciso?
Multimídia
Mansur diz que candidatura feminina no PSOL deve ser decidida pelas mulheres
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
atp de buenos aires
João Fonseca busca o título do ATP de Buenos Aires neste domingo (16), às 16h, após eliminar três adversários argentinos consecutivamente. O brasileiro, recém-nomeado número 1 do país, terá pela frente o melhor tenista argentino do ranking, Francisco Cerundolo, atual 26º do mundo, já foi número 19 no ranking.
O confronto promete um ambiente intenso com a presença de torcedores brasileiros e argentinos. Fonseca precisará manter o equilíbrio emocional contra um adversário experiente, que já conquistou três títulos de ATP 250, dois deles no saibro: na Suécia, em 2022, e na Croácia, em 2024.
Cerundolo chega à final do ATP de Buenos Aires pela segunda vez. Em 2021, foi derrotado por Diego Schwartzman, que anunciou sua aposentadoria na última quinta-feira (15). Nesta edição, o argentino surpreendeu ao eliminar o número 2 do mundo, Alexander Zverev, nas quartas de final.
Além de Zverev, Cerundolo já derrotou tenistas de alto nível, como Jannik Sinner, atual número 1 do mundo, e Casper Ruud, número 5 do ranking, contra quem soma quatro vitórias. Em 2022, venceu Sinner nas quartas do Miami Open e repetiu o feito nas oitavas do Masters 1000 de Roma, em 2023.
O argentino tem forte ligação com o tênis. Seu irmão mais novo, Juan Manuel Cerundolo, também é profissional e foi seu adversário nas oitavas de final do torneio. O pai dos atletas chamou atenção nesta semana ao protagonizar uma cena curiosa ao torcer por ambos na arquibancada.
Em 2022, Francisco Cerundolo viveu um momento conturbado. Após ser eliminado na primeira rodada de Roland Garros, foi detido sob suspeita de agressão a um taxista de 61 anos. Sem evidências concretas, foi liberado na manhã seguinte.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.