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atletismo brasileiro
Alison dos Santos começou a temporada 2026 em alto nível. Neste sábado (16), o brasileiro venceu os 300m com barreiras na etapa de Xangai da Diamond League, principal circuito do atletismo mundial, ao superar o norueguês Karsten Warholm em uma disputa decidida nos metros finais.
Conhecido como Piu, o medalhista olímpico cruzou a linha de chegada em 33s01, melhor marca da carreira na prova e também o melhor tempo do mundo na temporada. Warholm, campeão olímpico e um dos maiores nomes da modalidade, terminou logo atrás, com 33s05.
O Brasil ainda colocou mais um atleta no pódio. Matheus Lima, de 22 anos, ficou na terceira colocação ao completar a prova em 33s75, estabelecendo seu melhor desempenho pessoal nos 300m com barreiras.
Alison dominou praticamente toda a corrida e conseguiu resistir à pressão do rival norueguês na reta final. A prova disputada em Xangai é considerada uma versão reduzida dos 400m com barreiras, especialidade em que o brasileiro foi campeão mundial em 2022 e conquistou duas medalhas olímpicas de bronze.
Essa foi apenas a segunda competição de Piu em 2026. Antes da Diamond League, ele havia participado de provas de 200m e 400m rasos nos Estados Unidos, registrando suas melhores marcas pessoais nas duas distâncias.
Outro destaque da etapa chinesa foi o sueco Armand Duplantis. Campeão olímpico e recordista mundial do salto com vara, Duplantis venceu com tranquilidade ao atingir 6,12m, mas não conseguiu superar o próprio recorde do mundo após falhar nas três tentativas em 6,32m. Atualmente, a melhor marca da história segue sendo 6,31m.
O brasileiro Almir Júnior conquistou a medalha de bronze na prova do salto triplo masculino do Meeting Indoor de Miramas, disputado na última sexta-feira (30), na França. Aos 32 anos, o atleta alcançou a marca de 16,52 metros, resultado que lhe garantiu lugar no pódio em uma final marcada por alto nível técnico e pela presença de nomes relevantes do circuito internacional.
A medalha de ouro ficou com o senegalês Amath Faye, vencedor da prova com 16,79m, marca que igualou a melhor performance mundial da temporada indoor. Já a prata foi conquistada pelo argelino Yasser Triki, que atingiu 16,70m, sua melhor marca no ano.
Almir Júnior iniciou a competição com um salto válido de 16,21m, mas enfrentou dificuldades de regularidade ao longo da disputa, alternando tentativas nulas com marcas abaixo do esperado. O melhor desempenho do brasileiro ocorreu na quarta rodada, quando alcançou os 16,52m que o mantiveram na briga direta pelo pódio até o fim da prova. Nas duas últimas tentativas, o atleta do Mato Grosso (MT) cometeu faltas ao adotar uma estratégia mais arriscada e não conseguiu melhorar a distância.
O brasileiro chegou ao meeting após conquistar a medalha de ouro no salto triplo no Meeting Indoor de Lyon, no último sábado (24), e garantiu assim seu segundo pódio em duas semanas na temporada europeia.
A final do salto triplo contou com a participação de sete atletas e foi disputada no Stadium Miramas Métropole, com duração aproximada de uma hora. O evento integra o circuito indoor europeu e tem como referências históricas o recorde mundial de 18,29m, estabelecido pelo britânico Jonathan Edwards, e o recorde do meeting, de 17,46m, registrado pelo italiano Andy Díaz Hernández, em 2024.
Com o resultado, Almir Júnior se consolida, neste início de temporada, entre os principais nomes do salto triplo no cenário internacional.
O brasileiro Caio Bonfim se tornou o maior medalhista do atletismo em mundiais na última sexta-feira (12). O atleta somou mais uma medalha de prata na prova dos 35 km da marcha atlética no 20º Campeonato Mundial de Atletismo, em Tóquio, e agora possui 3 prêmios da competição.
A marca batida por Caio já havia sido atingida por Claudinei Quirino, que tem uma prata conquistada em 1999, em Sevilha, e dois bronzes adquiridos em Atenas, em 1997.
No dia 19 de setembro, próxima sexta-feira, Bonfim ainda vai disputar a prova dos 20 km no Mundial a partir das 21h50. Caso conquiste um pódio, poderá se isolar na tabela.
"Minha esposa mandava mensagem todo dia. Luta, luta por nós, vence por nós. E foi isso que eu fiz. Eu não consigo mais nenhum quilômetro. Lutei muito. A gente sabe o quão difícil é chegar entre os melhores do mundo e o quão difícil é se manter entre os melhores do mundo. A pressão saiu porque agora a gente já conquistou uma medalha. É fazer a recuperação para chegar da melhor maneira possível. E o que eu posso prometer para os 20 km é muita dedicação", completou.
Nos Jogos Olímpicos de Paris, em 2024, Caio ainda somou uma medalha de prata na mesma prova.
A prova contou com o também brasileiro Matheus Corrêa, que conseguiu bater seu recorde pessoal e completar a competição em 15º, com 2h36min35.
O corredor brasileiro, Felipe Bardi atingiu a terceira melhor marca de tempo na prova dos 100m rasos. No Campeonato Sul-Americano de Mar del Plata, na Argentina, o atleta conquistou a medalha de ouro com o tempo de 9s99.
Além da medalha, Felipe também se tornou o primeiro brasileiro a correr abaixo dos 10 segundos fora do país. Além do brasileiro, o pódio foi completado por pelos colombianos Ronald Longa (10s04) e Carlos Florez (10s17).
Nesta temporada, Bardi também conquistou o índice para o Mundial de Atletismo, que acontecerá em Tóquio, em setembro. Em 2025, o tempo do corredor ficou com a 6ª colocação dentre as melhores marcas do mundo no ano.
Felipe Bardi também nomeia o melhor tempo brasileiro da história dos 100m rasos, que correu a distância em 9s96 no Troféu Bandeirantes de 2023, em São Bernardo do Campo. Já a segunda marca leva o nome de Erik Cardoso, com 9s97 nos Jogos Sul-Americanos, em São Paulo.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.