Artigos
A mãe da gula
Multimídia
Deputado Adolfo Menezes critica gastos com cachês de artistas em festas no interior da Bahia
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
atletismo brasileiro
O brasileiro Almir Júnior conquistou a medalha de bronze na prova do salto triplo masculino do Meeting Indoor de Miramas, disputado na última sexta-feira (30), na França. Aos 32 anos, o atleta alcançou a marca de 16,52 metros, resultado que lhe garantiu lugar no pódio em uma final marcada por alto nível técnico e pela presença de nomes relevantes do circuito internacional.
A medalha de ouro ficou com o senegalês Amath Faye, vencedor da prova com 16,79m, marca que igualou a melhor performance mundial da temporada indoor. Já a prata foi conquistada pelo argelino Yasser Triki, que atingiu 16,70m, sua melhor marca no ano.
Almir Júnior iniciou a competição com um salto válido de 16,21m, mas enfrentou dificuldades de regularidade ao longo da disputa, alternando tentativas nulas com marcas abaixo do esperado. O melhor desempenho do brasileiro ocorreu na quarta rodada, quando alcançou os 16,52m que o mantiveram na briga direta pelo pódio até o fim da prova. Nas duas últimas tentativas, o atleta do Mato Grosso (MT) cometeu faltas ao adotar uma estratégia mais arriscada e não conseguiu melhorar a distância.
O brasileiro chegou ao meeting após conquistar a medalha de ouro no salto triplo no Meeting Indoor de Lyon, no último sábado (24), e garantiu assim seu segundo pódio em duas semanas na temporada europeia.
A final do salto triplo contou com a participação de sete atletas e foi disputada no Stadium Miramas Métropole, com duração aproximada de uma hora. O evento integra o circuito indoor europeu e tem como referências históricas o recorde mundial de 18,29m, estabelecido pelo britânico Jonathan Edwards, e o recorde do meeting, de 17,46m, registrado pelo italiano Andy Díaz Hernández, em 2024.
Com o resultado, Almir Júnior se consolida, neste início de temporada, entre os principais nomes do salto triplo no cenário internacional.
O brasileiro Caio Bonfim se tornou o maior medalhista do atletismo em mundiais na última sexta-feira (12). O atleta somou mais uma medalha de prata na prova dos 35 km da marcha atlética no 20º Campeonato Mundial de Atletismo, em Tóquio, e agora possui 3 prêmios da competição.
A marca batida por Caio já havia sido atingida por Claudinei Quirino, que tem uma prata conquistada em 1999, em Sevilha, e dois bronzes adquiridos em Atenas, em 1997.
No dia 19 de setembro, próxima sexta-feira, Bonfim ainda vai disputar a prova dos 20 km no Mundial a partir das 21h50. Caso conquiste um pódio, poderá se isolar na tabela.
"Minha esposa mandava mensagem todo dia. Luta, luta por nós, vence por nós. E foi isso que eu fiz. Eu não consigo mais nenhum quilômetro. Lutei muito. A gente sabe o quão difícil é chegar entre os melhores do mundo e o quão difícil é se manter entre os melhores do mundo. A pressão saiu porque agora a gente já conquistou uma medalha. É fazer a recuperação para chegar da melhor maneira possível. E o que eu posso prometer para os 20 km é muita dedicação", completou.
Nos Jogos Olímpicos de Paris, em 2024, Caio ainda somou uma medalha de prata na mesma prova.
A prova contou com o também brasileiro Matheus Corrêa, que conseguiu bater seu recorde pessoal e completar a competição em 15º, com 2h36min35.
O corredor brasileiro, Felipe Bardi atingiu a terceira melhor marca de tempo na prova dos 100m rasos. No Campeonato Sul-Americano de Mar del Plata, na Argentina, o atleta conquistou a medalha de ouro com o tempo de 9s99.
Além da medalha, Felipe também se tornou o primeiro brasileiro a correr abaixo dos 10 segundos fora do país. Além do brasileiro, o pódio foi completado por pelos colombianos Ronald Longa (10s04) e Carlos Florez (10s17).
Nesta temporada, Bardi também conquistou o índice para o Mundial de Atletismo, que acontecerá em Tóquio, em setembro. Em 2025, o tempo do corredor ficou com a 6ª colocação dentre as melhores marcas do mundo no ano.
Felipe Bardi também nomeia o melhor tempo brasileiro da história dos 100m rasos, que correu a distância em 9s96 no Troféu Bandeirantes de 2023, em São Bernardo do Campo. Já a segunda marca leva o nome de Erik Cardoso, com 9s97 nos Jogos Sul-Americanos, em São Paulo.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.