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atlanta united
O Botafogo foi punido com um transferban e está impedido de registrar novos atletas pelas próximas três janelas de transferências a partir desta quarta-feira (31). A sanção foi aplicada em razão do não pagamento ao Atlanta United pela contratação do meia Thiago Almada.
Segundo a decisão, o clube carioca deixou de quitar US$21 milhões (cerca de R$114 milhões) ao time norte-americano e foi condenado a pagar o valor integralmente, à vista. O Botafogo foi comunicado da derrota no processo no dia 9, após julgamento no CAS (Corte Arbitral do Esporte).
Desde a notificação, a diretoria iniciou tratativas com o Atlanta United na tentativa de renegociar a dívida. A avaliação interna é de que não há condições financeiras para o pagamento imediato do montante, o que levou o clube a buscar um acordo com parcelamento mensal do valor.
Caso haja aceite do clube dos Estados Unidos, o que ainda não ocorreu, o transferban poderá ser suspenso mediante apresentação de garantias financeiras. Em nota divulgada no início do mês, o Botafogo afirmou que o acionista majoritário da SAF, John Textor, possui “recursos totalmente garantidos” para solucionar as pendências.
Enquanto a punição estiver em vigor, o clube não poderá inscrever Lucas Villaba e Riquelme, jogadores já contratados para a temporada de 2026. Ambos têm vínculos assinados, mas, até a liberação, estão autorizados apenas a treinar, sem participar de competições oficiais.
Apesar da restrição, o Botafogo segue no planejamento esportivo. Após avaliação do elenco, o técnico Martín Anselmi indicou à diretoria as posições consideradas prioritárias para reforços, que só poderão ser efetivados após a resolução do impasse.
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Disse o vice-presidente Geraldo Alckmin, durante sua despedida do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços ao indicar ter ficado “honrado” com o convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para compor novamente a chapa nas eleições de 2026, e também fazer duras críticas ao principal adversário do atual governo, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).