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A ex-vereadora de Salvador, Lorena Brandão, se filiou ao Republicanos, nesta sexta-feira (7). O anúncio foi feito nas redes sociais do partido, em um vídeo. A mudança de partido chega após o ex-edil disputar eleições municipais para o Legislativo soteropolitano, em 2020 e em 2024, pelo Partido Liberal (PL).
??Lorena Brandão se filia ao Republicanos e Bispo Átila revela pedido de saída do PL
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) November 7, 2025
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Em ambas disputas, ela obteve derrotas. Durante o anúncio de filiação, o presidente estadual do partido e deputado federal, Márcio Marinho, celebrou a chegada de Brandão ao grupo.
“O partido está de portas abertas pra vc, vc brilhará com seus amigos. estou me sentindo muito honrado. [...] Seja bem vinda”, disse Marinho na cerimônia de filiação.
“Quero agradecer a Deus. Fico emocionada porque minha vinda para o Republicanos foi fora do normal. Tinha perdido a eleição quando recebi a ligação dele [Márcio Marinho] e de Luiz, mas não entendi nada. Quem vai querer no partido uma pessoa que perdeu a eleição? [..] Hoje meu coração está em paz, me sinto feliz, me sinto recompensada, regozijada e vamos trabalhar”, afirmou a ex-edil.
A saída de Lorena no PL já era um desejo do Bispo Brandão, ex- militar e fundador do Ministério Batista Internacional Caminho das Árvores (MBICA) e pai dela. Durante gravação ao vivo gravado no perfil do Instagram da sigla, Brandão disparou e afirmou que sair do PL e que ela teria sido “garfada” por caciques políticos.
“Eu, a mãe e o irmão, tínhamos dito a ela [Lorena]: ‘Saía do PL.’ e vá para o PRD. Ela estava presa no PL. Ela não perdeu a eleição, ela nunca foi candidata a nada. Eu disse para Lorena, que na política, ela tem que aprender que era preciso ter um grupo. Ela andava em voo solo. Os poderosos se uniram para garfar ela, mas eu sei quem roubou e como roubou”, bradou o líder religioso.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Otto Alencar
"A única observação feita pelo senador foi que, historicamente, as chamadas chapas ‘puro-sangue’ não obtiveram êxito eleitoral".
Disse o senador Otto Alencar (PSD) ao criticar a possibilidade de formação de uma “chapa puro-sangue” do PT na Bahia e fez referência ao histórico eleitoral desse tipo de composição, citando as eleições de 2006, quando uma chapa majoritária ligada ao carlismo acabou derrotada.