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A Associação do Orgulho dos LGBTQIAPN+ DE São Paulo entrou com uma ação contra a apresentadora Renata Fan, da Band, após a jornalista publicar um conteúdo em suas redes sociais, considerado homofóbico pela cantora Pabllo Vittar.
Em seu perfil pessoal, a apresentadora da Band utilizou uma foto em que era comparada com a cantora Pabllo Vittar, em um ‘meme’ de provocação ao ex-jogador Denilson, seu ex-colega de programa. “Internet, sua danada! Recebi umas dez vezes esta publicação hoje. E, na real, chorei de rir. Sempre serei do time da zoeira”, escreveu na legenda.

Foto: Reprodução
Segundo a coluna Outro Canal, do jornal Folha de S. Paulo, o presidente da Associação, Agripino Magalhães Júnior, lamentou a situação e chamou a foto de ‘preconceituosa’. “Isso é crime. É um deboche. Ela é tão ignorante, que ela não deve saber que a Pabllo Vittar não é uma mulher trans. Ela se monta para fazer arte”, declarou.
A cantora se pronunciou em suas redes sociais e reprovou a atitude da jornalista. “Homofobia não é brincadeira! Muita gente morre por conta dessa ‘ zoeira’’, escreveu na publicação. A atitude de Renata Fan dividiu opiniões dentro da Band, emissora onde trabalha. Conforme a coluna, a equipe do Jogo Aberto defendeu a apresentadora.
Em nota, a emissora afirmou que “as publicações feitas pela jornalista e apresentadora Renata Fan em seu perfil pessoal no Instagram não refletem a opinião da Band”. A jornalista não se pronunciou sobre o assunto.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.