Artigos
O simples privilégio de saber ler e escrever
Multimídia
Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
assistencialismo
O deputado estadual Diego Castro (PL) afirmou, nesta segunda-feira (6), que a Bahia possui uma população de perfil conservador, apesar de o estado eleger governos de esquerda. A declaração foi feita durante entrevista ao Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias.
Segundo o parlamentar, a predominância eleitoral da esquerda estaria ligada ao que classificou como uma política permanente de assistencialismo. Para Diego Castro, programas sociais deixaram de ter caráter temporário e passaram a servir como instrumento de manutenção de um reduto político.
"Infelizmente fizeram do assistencialismo uma política pública permanente, e isso virou um grande penduricalho para segurar um reduto eleitoral que se tornou hegemônico da esquerda aqui", afirmou.
O deputado também defendeu que a maioria da população baiana compartilha valores conservadores, como a defesa da família, da liberdade econômica, do direito à propriedade e da fé cristã. Ao comentar as religiões de matriz africana, ele afirmou que respeita todas as crenças e disse que a própria Bíblia ensina o respeito ao próximo.
Na avaliação do bolsonarista, o fortalecimento do Estado em detrimento da iniciativa individual contribui para problemas sociais e econômicos enfrentados pela Bahia. "Onde o Estado é mais forte que o cidadão, os resultados a gente vê quais são: fome, é pobreza, é desnutrição, é miséria, é retrocesso, é tudo que a gente está assistindo aqui na Bahia, é insegurança", declarou.
CONFIRA O PROGARMA COMPLETO:
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A República enfrenta um teste de integridade inédito. As sucessivas crises que ocorrem em Brasília colocam as instituições em risco. Os recorrentes episódios podem lançar o Brasil num momento de especial gravidade, pois a confiança da população nos poderes públicos é alicerce da democracia".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao alertar para o risco que as instituições brasileiras correm com a crise vivida pelo Supremo Tribunal Federal (STF).