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O líder do PL na Câmara, Zucco (PL-RS), e o deputado federal Paulo Bilynskyj (PL-SP) encaminharam à Procuradoria-Geral da República (PGR) uma representação contra a deputada Erika Hilton (PSOL-SP) por ter maquiadores como assessores parlamentares. O caso revisitou após compartilharem a informação de que os maquiadores profissionais Ronaldo Hass e Índy Motiel aparecem no site oficial da Câmara como funcionários do gabinete dela.
Em encaminhamento enviado à PGR, os parlamentares declararam a contratação deles como "desvio de finalidade" ao falar que "não há qualquer indício concreto de que os mencionados agentes exerçam atividades compatíveis com as atribuições inerentes ao cargo de secretário parlamentar". Em declaração, também houve a acusação de improbidade administrativa, quebra de decoro parlamentar e violação do Código de Ética da Câmara. Também fizeram encaminhamento ao Tribunal de Contas da União (TCU) do caso.
A parlamentar se manifestou sobre o caso e disse que os profissionais "a assessoram em comissões e audiências, ajudam a fazer relatórios, preparam briefings e dialogam diretamente com a população".
Após conquistar a marca de primeiro prefeito da história a não participar do desfile das escolas de samba no Rio de Janeiro, em 2017, Marcelo Crivella decidiu que este ano vai participar do carnaval na cidade. De acordo com informações do jornal O Globo, a mudança de atitude do gestor municipal se deu após consulta com assessores e a cúpula da Igreja Universal do Reino de Deus, da qual ele é bispo licenciado. Ainda segundo a publicação, a iniciativa é parte da estratégia de melhorar sua imagem após um primeiro ano controverso, marcado por polêmicas, como aumento do IPTU, baixo orçamento para saúde e a guerra travada com o setor da cultural, sobretudo com relação ao carnaval. As tensões entre ele e os artistas, como o corte pela metade do apoio dado às agremiações para o desfile, viraram enredos de blocos e escolas de samba. “Vou à Sapucaí, para verificar toda a infraestrutura que a prefeitura tem colocado lá. Estamos investindo R$ 20 milhões. Quero deixar avisado: depois não vão dizer que o Crivella não gosta de carnaval porque ele é crente. Eu irei. Não para sambar. Vou lá para verificar as coisas que estamos trabalhando com muito carinho e muito amor para evitar acidentes e para que o carnaval seja muito bonito”, disse ele à publicação. “Em 2017, ficou a impressão que o prefeito não quis se indispor com seu eleitorado tradicional, formado por evangélicos. Mas essa atitude o afastou de outros eleitores, que só votaram em Crivella para comandar a cidade porque a disputa no segundo turno foi uma eleição polarizada entre as candidaturas dele e de Marcelo Freixo (PSOL). Não dá para afirmar se essa nova estratégia vai dar certo. O fato é que, pelo segundo ano consecutivo, a presença ou não do prefeito na Sapucaí virou um fato político”, avaliou Darlan Campos, especialista em comunicação e marketing político.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Bruno Reis
"Estamos abertos ao diálogo".
Disse o prefeito de Salvador, Bruno Reis (União) ao comentar as movimentações políticas relacionadas à formação de alianças para as eleições de 2026 na Bahia. Questionado sobre a possibilidade de o MDB integrar esse grupo político, o prefeito disse que não acredita que a movimentação ocorra, mas também não descartou essa hipótese.