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Prestes a disputar sua primeira Copa do Mundo, a seleção de Curaçao protagonizou uma cena inusitada no último sábado (6), ao chegar para o amistoso contra Aruba em um antigo ônibus escolar sem janelas, em Willemstad, capital da ilha caribenha.
Dentro de campo, a equipe comandada pelo técnico holandês Dick Advocaat confirmou o favoritismo e venceu Aruba por 4 a 0 no Ergilio Hato Stadium. Os gols da partida foram marcados por Joshua Brenet, Jeremy Antonisse, Livano Comenencia e Juninho.
A classificação inédita para o Mundial de 2026 tem mobilizado a população local. Após o amistoso, jogadores e torcedores participaram de uma grande celebração pelas ruas da cidade. O elenco desfilou em meio à festa popular antes de seguir viagem para os Estados Unidos, sede da competição, no domingo (7).
Curaçao integra o Grupo E da Copa do Mundo, ao lado de Alemanha, Costa do Marfim e Equador. A estreia será no dia 14 de junho, diante dos alemães, em Houston. Na sequência, a equipe enfrentará o Equador, em Kansas City, no dia 20, e encerrará sua participação na fase de grupos contra a Costa do Marfim, em Filadélfia, no dia 25.
Enquanto vive a expectativa pelo primeiro Mundial de sua história, a seleção aguarda uma definição sobre a situação do atacante Jurgen Locadia. O jogador foi expulso durante o amistoso contra a Escócia após se envolver em uma agressão a um adversário e ficou fora da partida diante de Aruba.
A federação de Curaçao informou que ainda não recebeu posicionamento oficial da FIFA sobre uma possível punição ao atacante. Com isso, permanece a dúvida sobre sua presença na estreia contra a Alemanha.
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Ricardo Alban
"A República enfrenta um teste de integridade inédito. As sucessivas crises que ocorrem em Brasília colocam as instituições em risco. Os recorrentes episódios podem lançar o Brasil num momento de especial gravidade, pois a confiança da população nos poderes públicos é alicerce da democracia".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao alertar para o risco que as instituições brasileiras correm com a crise vivida pelo Supremo Tribunal Federal (STF).