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A Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) pode implementar um programa de defesa pessoal às mulheres que trabalham na Casa. Isso ocorre pois o deputado estadual Hilton Coelho (PSOL) protocolou um Projeto de Resolução (PRS) sugerindo a criação do programa, que prevê aulas gratuitas a servidoras efetivas e comissionadas, colaboradoras terceirizadas, estagiárias e as próprias deputadas estaduais.
Segundo a proposição, o objetivo das aulas de defesa pessoal é promover a autonomia, a segurança e a proteção das mulheres que atuam no âmbito da Assembleia Legislativa. Além disso, Hilton afirma que a proposta inclui o ensino de estratégias de autoproteção, além de estimular a conscientização sobre os direitos das mulheres e o enfrentamento à violência.
Para o deputado, a implementação do programa de defesa pessoal irá prover um ambiente institucional mais seguro para as trabalhadoras da AL-BA. Segundo Hilton, as aulas representam uma ação concreta de valorização, cuidado e promoção da segurança
das mulheres.
“A Assembleia Legislativa do Estado da Bahia, como instituição representativa do povo baiano e espaço de formulação de políticas públicas, também deve assumir o compromisso de promover ambientes institucionais mais seguros e de criar iniciativas de enfrentamento à violência contra as mulheres. A implementação de aulas de defesa pessoal voltadas às mulheres da Casa representa uma ação concreta de valorização, cuidado e promoção da segurança das mulheres que atuam no âmbito do Poder Legislativo estadual”, escreveu Hilton na proposta.
No PRS, o deputado do PSOL informa que a participação nas aulas seria realizada de maneira voluntária e os profissionais envolvidos no processo de ensino poderiam vir a partir de parcerias com órgãos públicos, universidades, organizações da sociedade civil e entidades especializadas em defesa pessoal e artes marciais.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.