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Artigos

Adriano Sampaio
Cartografia da Erosão Eleitoral
Foto: Acervo pessoal

Cartografia da Erosão Eleitoral

Em uma janela eleitoral curta, a erosão não depende apenas do conteúdo de uma narrativa. Ela emerge da interação entre alcance, repetição, credibilidade percebida, congruência identitária, carga moral, capacidade de correção e propensão à abstenção ou mudança de escolha.

Multimídia

“A política tem que voltar a conquistar as pessoas”, pede Grizenti sobre abstenção e votos nulos

“A política tem que voltar a conquistar as pessoas”, pede Grizenti sobre abstenção e votos nulos
Em entrevista concedida ao podcast Projeto Prisma, do portal Bahia Notícias, nesta segunda-feira (5), o cientista político Eduardo Grizenti avaliou o índice de abstenções e de votos brancos e nulos no primeiro turno das Eleições 2026, realizado neste domingo (4). Durante o programa, Grizenti argumentou que o debate sobre a obrigatoriedade do voto não é a questão central para explicar a ausência dos eleitores nas urnas.

Entrevistas

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.

art popular

Ex-Art Popular se pronuncia sobre condenação por estupro: "Sou inocente e vou lutar até o fim dos meus dias"
Foto: Instagram

O cantor e compositor Leandro Lehart, ex-Art Popular, se pronunciou sobre as acusações de estupro e cárcere privado, que teve a pena de 9 anos mantida pela Justiça pelo caso. Por meio das redes sociais na última quinta-feira (26), Lehart afirmou estar sofrendo com todo processo há quase dois anos. O crime, de acordo com a vítima, aconteceu em 2019.

 

"Conforme prometido, estou aqui para poder esclarecer alguns fatos e o processo que venho sofrendo há mais ou menos uns dois anos. Estou aqui para abrir o meu coração, falar o que sinto e dar uma satisfação pública para os meus fãs e pessoas em geral. Que a gente possa discutir aqui a partir de agora dentro dos limites do segredo de Justiça, que tenho que respeitar", afirmou.

 

 

O pagodeiro diz estar sendo prejudicado com a forma com o que o processo tem sido conduzido e que não consegue acertar a vida e a carreira com a indefinição da Justiça.

 

"Quero falar da minha acusação. Não existe data. Pode ter acontecido no começo, meio ou final de outubro. Na última decisão, falam até que pode ter acontecido em novembro. Como que se constrói uma defesa sem uma data específica? Tenho agenda de shows, estúdio, minha família, eventos, dias que faço coisas diferentes... Se eu tivesse uma data, poderia trazer testemunhas e construir as minhas defesas de maneira honesta e justa."

 

Segundo Lehart, foi tirada dele a chance de produzir provas para provar a inocência dele com o fim do inquérito policial. O artista afirmou que sempre ajudou financeiramente a mulher que o acusa de estupro.

 

"A ONG que atua no caso queria saber as chamadas de Uber do meu celular no mês de outubro. Como o inquérito acabou precipitadamente, eu que tive que produzir as provas. Sabe o que os aplicativos mostraram? Que ela (suposta vítima) voltou duas vezes aqui. Alguém volta à cena de um crime tão horroroso duas vezes depois? Mas do que voltar, continua a conversar comigo no WhatsApp e me pediu ajuda financeira. Curiosamente, isso acaba virando na minha condenação um dinheiro para comprar o silêncio dela. Quem me pedia ajudava financeira era ela e eu ajudava. Assim como ajudo a muita gente. Quando falei que não ia mais ajudar porque a gente estava no meio de uma pandemia, ela fez um boletim de ocorrência."

 

No vídeo, Leandro ainda diz que a suposta vítima apresentou quatro versões diferentes do que teria acontecido no dia. "É óbvio que a palavra da vítima em crimes sexuais tem que ser levada séria. A palavra da vítima tem muito peso, mas precisa estar coerente com as outras provas".

 

O cantor afirmou que continuará buscando provar a inocência no caso. "Venho aqui expor a minha verdade e ao máximo que posso. Sou inocente e vou lutar até o fim dos meus dias pela minha inocência".

Justiça mantém pena de 9 anos de Leandro Lehart, ex-Art Popular, condenado por estupro
Foto: Instagram

O cantor e compositor Leandro Lehart, ex-vocalista do grupo Art Popular, teve a pena de 9 anos, 7 meses e 6 dias de prisão em regime fechado, por estupro e cárcere privado, mantida pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. A decisão, publicada no dia 16 de setembro, se tornou pública na quarta-feira (18).

 

Lehart foi condenado pela primeira vez em 2022. Na época, o pagodeiro conseguiu o direito de responder o processo em liberdade. De acordo com a vítima, o crime teria acontecido em 2019 após os dois se conhecerem pela internet.

 

A mulher relatou ter sido submetida a situações degradantes e escatológicas, e contou no relato ter sido trancada no banheiro da casa do artista. Em entrevista ao Fantástico, a moça falou sobre o trauma após o abuso.

 

“A minha vida hoje ela é feita de dores psicológicas, físicas, de limitações. Esse monstro que cometeu todas essas atrocidades comigo em uma noite”, contou ela que perdeu o emprego e tentou tirar a própria vida após o episódio.

 

A defesa de Lehart usou as redes sociais do artista para falar sobre o caso e informou que irá recorrer a decisão.

 

“Conforme noticiado hoje pela imprensa, em que pese voto do Relator absolvendo Leandro Lehart, o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, por maioria, manteve a sentença de primeira instância. Os autos permanecem em segredo de justiça. A defesa segue certa da inocência e recorrerá, confiante de que a verdade será restabelecida, a tempo e modo, pelo Poder Judiciário.”

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Procura-se urgentemente uma marca de pijama que dê patrocínio, ou pelo menos faça um preço mais camarada, depois das eleições desse ano. A sensação que ficou é ninguém ganhou e ninguém perdeu, mas todo mundo perdeu. Pro lado do Cacique, o grupo saiu "triste-alegre". Triste com a iminente derrota do Molusco, e alegre com o novo banho que deu no Soberano - sobretudo aqui em Salvador. Já o lado do Soberano o clima é de enterro. Um monte de gente sem mandato pra acomodar, uma conta enorme pra pagar, e a PF no cangote. Teremos que esperar...

Pérolas do Dia

Navi Pillay

Navi Pillay
Fotos: Reprodução / Redes Sociais / The White House [A Casa Branca]

"Talvez dividiria com Trump".

 

Disse a vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2026 nesta sexta-feira (9), a jurista sul-africana Navanethem "Navi" Pillay ao brincar com a reação do público e declarou que, se os aplausos continuassem, "talvez dividiria o prêmio com Trump". Em tom descontraído, a premiada questionou se o anúncio era real: "Como advogada e juíza, ainda quero verificar se tudo isso é verdade", brinca.

Podcast

Projeto Prisma recebe o cientista político do INCT.DD Eduardo Grizenti nesta segunda

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O pesquisador trará um panorama detalhado do mapa eleitoral desenhado pelas urnas, o peso das redes sociais na definição dos votos nas disputas majoritárias e proporcionais, além dos cenários e tendências políticos para a Bahia e o Brasil nos próximos anos.

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