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O Santos tem um novo problema. A Fifa já registrou em seu site oficial a publicação do novo transfer ban sofrido pelo clube da Vila Belmiro nesta quinta-feira (19). A punição foi feita por conta da dívida do time paulista com o Arouca, de Portugal, pela contratação de João Basso. Com isso, o Peixe fica impossibilitado de inscrever novos jogadores.
Foi por causa dessa punição que o Santos não conseguiu registrar Christian Oliva, ex-Nacional, do Uruguai. O volante uruguaio até visitou o CT Rei Pelé e realizou exames, mas ainda precisa aguardar os acertos de documentação para ser anunciado.
A Corte Arbitral do Esporte (CAS) confirmou a condenação do clube paulista na Fifa em janeiro. A partir dali, o Santos tinha 45 dias para pagar pouco mais de 2,56 milhões de euros (cerca de R$15,3 milhões na cotação atual) ao Arouca, mas assim não foi feito.
Sem ainda se manifestar sobre o tema, o Santos busca resolver o problema internamente. O clube entendia que o pagamento poderia ser feito até o dia 26 de fevereiro, por isso o transfer ban foi recebido com surpresa.
O Santos foi oficialmente notificado pela Fifa nesta semana para quitar uma dívida de 2,5 milhões de euros (cerca de R$ 15,9 milhões) com o Arouca, de Portugal, pela contratação do zagueiro João Basso. A cobrança, que inclui juros e multa, é resultado do não pagamento de parcelas do acordo firmado em julho de 2023. O clube da Vila Belmiro quitou apenas a primeira prestação, de 500 mil euros.
A falta de repasses levou o Arouca a acionar a Fifa, que deu ganho de causa ao clube português. Mesmo assim, a diretoria santista ainda pretende recorrer da decisão. No balanço financeiro de 2024, o Santos já havia reconhecido uma dívida de R$ 12,5 milhões com o Arouca, valor agora atualizado pela entidade máxima do futebol.
Caso o débito não seja quitado, o clube pode ser punido com um transfer ban, o que impediria a inscrição de novos jogadores. A informação foi publicada inicialmente pelo portal UOL.
Esse é mais um problema financeiro que a atual gestão de Marcelo Teixeira precisa enfrentar. Além do caso envolvendo o Arouca, o Santos também foi acionado na Fifa pelo técnico Pedro Caixinha, demitido em abril, que cobra cerca de R$ 15 milhões pela rescisão da comissão técnica.
João Basso foi contratado durante a campanha do rebaixamento em 2023 e, após um empréstimo ao Estoril, voltou ao Santos em junho. Em 2025, disputou apenas cinco partidas e não entra em campo desde 12 de fevereiro.
Sendo comandado interinamente por Émerson Ávila desde a demissão de Guto Ferreira, em abril, o Goiás acertou nesta sexta-feira (9) a contratação do técnico português Armando Evangelista, que estava no Arouca, de Portugal.
A informação foi dada primeiramente pelo jornalista Jorge Nicola e apurada pelo portal ge. O treinador chega ao Brasil após terminar o Campeonato Português no 5º lugar e classificar o Arouca pela primeira vez para um torneio internacional, a Liga Conferência, terceira competição de clubes mais importante da Uefa, atrás da Liga dos Campeões e da Liga Europa.
Armando Evangelista tem 49 anos e além do Arouca trabalhou em outras equipes de Portugal, como Vilafranquense, Penafiel, Varzim e Vitória de Guimarães.
Ainda sob o comando de Émerson Ávila, na 17ª colocação, o Goiás volta a campo no próximo domingo, às 18h30, contra o Fluminense, pela 10ª rodada do Campeonato Brasileiro.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.