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A demora na liberação da BR-324 após acidentes, sobretudo no trecho entre Feira de Santana e Salvador, continua sendo uma das principais reclamações de motoristas que utilizam a rodovia.
Diante desse cenário, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) informou que deverá firmar um novo contrato operacional para acelerar os serviços de remoção de veículos e atendimento às ocorrências na via.
O anúncio foi feito nesta quarta-feira (10) pelo superintendente regional do Dnit na Bahia, Roberto Alcântara, durante entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1.
Segundo o gestor, o órgão atua atualmente por meio de um contrato de manutenção, considerado inadequado para atender com a rapidez necessária às demandas operacionais geradas por acidentes e outras ocorrências na rodovia.
“Nós estamos num contrato de manutenção e naturalmente que esse contrato não é o adequado, daí o porquê, embora a gente execute o serviço, não ocorre no tempo esperado. No entanto nos próximos dias, acredito até próxima semana, nós estaremos restabelecendo o contrato de operação. Aí esse sim é o contrato adequado com toda expertise para poder fazer esse tipo de ação e no São João nós já teremos um novo contrato para poder atender no tempo adequado os usuários”, afirmou Roberto Alcântara.
A expectativa do Dnit é que o novo contrato esteja em vigor antes do período mais intenso do São João, quando há aumento significativo do fluxo de veículos nas rodovias baianas. A medida busca reduzir os impactos provocados por acidentes e garantir maior agilidade na liberação das pistas.
Desde o encerramento da concessão administrada pela ViaBahia, motoristas relatam dificuldades relacionadas ao tempo de resposta para remoção de veículos envolvidos em ocorrências na BR-324. A percepção de parte dos usuários é de que o serviço era realizado de forma mais rápida durante a gestão da antiga concessionária.
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Pérolas do Dia
Tânia Scofield
"Na verdade, o que a gente encontra hoje na rua de Salvador é uma faixa de veículo assim, bem acima do necessário. Esse acima do necessário permite inclusive que um carro ultrapasse, porque às vezes tem 3 metros e meio, 3 metros, às vezes 4 metros".
Disse a presidente da Fundação Mário Leal Ferreira (FMLF), Tânia Scofield, durante entrevista nesta terça-feira (8) ao programa Bahia Notícias no Ar, ao comentar a preocupação de parte dos motoristas com a redução do espaço para os carros nas obras de requalificação da Avenida Lafayette Coutinho, popularmente como Avenida Contorno é uma "percepção um pouco equivocada".