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Entre as dezenas de atrações que passaram pelo Pelourinho neste domingo (15), as cantoras Larissa Luz, Sued Nunes e Anelis Assumpção chamaram a atenção pela potencia e ineditismo. Reunidas no projeto Três Marias, as cantoras baianas lotaram o Palco do Largo do Pelourinho com a proposta de valorizar a cultura baiana, em especial o samba.

Foto: Eduarda Pinto / Bahia Notícias.
E o repertório não decepcionou os amantes do gênero que está sendo homenageado no Carnaval de 2026. Entre as principais canções reinterpretadas pelo grupo estiveram o clássico do samba “Sonho Meu” e “Negrume da Noite”, em homenagem ao Ilê Aiyê.

Foto: Eduarda Pinto / Bahia Notícias.
“Estamos aqui para possibilitar sonhos”, disse Larissa Luz, que este ano atuou como diretora criativa da abertura do Carnaval de Salvador, no Campo Grande, na quinta-feira (12).
Confira o trecho da apresentação:
Conhecido por dar voz a clássicos dos Novos Baianos como “Mistério do Planeta”, “Dê um Rolê” e “Swing do Campo Grande”, Paulinho Boca de Cantor pretende explorar outra face da sua arte no projeto solo “Além da Boca”, que sai nesta sexta-feira (20), pela DeckDisc. “O disco chama ‘Além da Boca’ exatamente porque mostra o meu lado compositor, é o meu primeiro disco autoral”, explica o músico, cuja meta é expandir sua criação para além das fronteiras da Bahia e fazer o trabalho ressoar em todo Brasil.
Com uma carreira solo que precede os Novos Baianos e uma vasta bagagem como intérprete e pesquisador da música brasileira, aos 75 anos, Paulinho, que durante a pandemia tem preparado um livro (saiba mais) e chegou a compor mais de 30 canções, reforça a vitalidade e o desejo de se manter criativo neste novo projeto. O álbum conta com 11 faixas autorais, sendo algumas compostas junto a antigos e novos parceiros, a exemplo do filho, Betão Aguiar, o poeta dos Novos Baianos, Luiz Galvão, além de Anelis Assumpção, Zeca Baleiro e Zélia Duncan.

Paulinho divide a autoria da faixa "Ah! Eugêncio" com Zeca Baleiro e Zélia Duncan | Foto: Dudu Leal / Divulgação
“O meu filho Betão Aguiar foi o grande entusiasta desse disco meu, porque ele viu que eu estava com muitas músicas prontas e disse: ‘pai, a gente tem que fazer um disco!’. Eu falei que faria só se ele dirigisse totalmente, aí ele topou fazer, eu fui pra São Paulo, gravei as músicas que eu já tinha, arrumamos algumas outras músicas que estavam por se fazer”, conta Paulinho. “Juntei músicas que já estavam prontas com músicas novas e começamos a gravar em 2019”, lembra, revelando que terminou de colocar voz nas faixas em meados de setembro de 2020, em plena pandemia, mas destacando que o período atípico não atrasou o processo.
“Ele foi mixado e masterizado fora do Brasil, isso demora um pouco, e a gente esperou o momento certo. Primeiro, porque estávamos negociando para ver com qual gravadora íamos lançar. Quando a gente optou pela Deckdisc, aí começa todo o trabalho de preparação para o lançamento”, conta o músico. Ele salienta ainda que o lançamento chega no tempo correto. “Não era pra ter saído antes, não só pela pandemia, mas também por todo processo, pra fazer com calma. Porque é um trabalho que vai ficar pra vida toda, vai ficar para sempre, então a gente sempre espera por essa coisa da qualidade, e também que todo mundo possa ver o trabalho. Não adianta a gente fazer pra ninguém ver”, argumenta.
Trabalho amadurecido que sai “no tempo certo”, o “Além da Boca”, segundo Paulinho, possibilitou um ambiente criativo rico e sem atropelos. “O disco teve uma coisa muito interessante, que foi a criação coletiva em estúdio, porque os músicos foram chegando, dando ideias, e a gente foi vendo qual repertório ficou melhor naquele momento”, relembra o artista, que classifica o álbum como “uma grande festa” e comemora a riqueza de nuances rítmicas presentes no projeto. “Eu estou muito feliz, não só com as participações, mas porque ele é heterogêneo”, aponta.

Com participação de nomes como Tim Bernardes, Gustavo Ruiz, Biel Basile e Marcelo Jeneci, álbum uniu gerações | Foto: Reprodução / Instagram
Por sua vez, a multiplicidade de sons, que passeiam por ritmos como afoxé, rock, xote, chorinho e samba, se deu também por meio do mosaico de feats com várias gerações da música brasileira. “Além de ter o Zeca Baleiro cantando comigo, a Anelis Assumpção participando de uma faixa, e o Tim Bernardes, que é um menino novo que faz o maior sucesso da banda O Terno, cantando comigo, o disco tem a participação de músicos interessantíssimos, que fazem muito sucesso. É o caso do Edgard Scandurra, André Lima, Curumin, Pedro Baby, Davi Moraes, Jorginho Gomes, Didi Gomes, e dos meus dois filhos, Betão e Gil Aguiar”, elenca Paulinho Boca. Nomes como Biel Basile, Marcelo Jeneci, Pupilo e Manuel Cordeiro também estão entre os colaboradores no “Além da Boca”.
“O caminho principal era o da mistura musical, que sempre foi a praia do Paulinho Boca. Na hora de escolher os músicos, nós quisemos convidar quem eu já conhecia. Optamos por gravar no esquema live session pra dar aquele sabor de banda tocando ao vivo”, explica Betão Aguiar, filho do músico e produtor do álbum. “Juntei Jorginho e Didi com Pedro Baby, Davi Moraes e meu irmão Gil para fazer ‘O Jogo é 90 Minutos’, que é uma inédita do meu pai com Galvão. E outra foi o afoxé ‘Fé e Festa’ que é com Jorge Alfredo e tem o Jorginho Gomes tocando bateria", detalha Betão, lembrando que em algumas faixas primou pela inovação, enquanto em outras buscou resgatar a sonoridade dos Novos Baianos.
Contente com o resultado e com muita produção na gaveta, o inquieto Paulinho Boca pretende explorar ao máximo o novo trabalho antes de dar sequência à carreira. “Eu vou curtir muito o disco, mas a gente sabe como é que funciona, a música é dinâmica. Às vezes eu fico um tempo sem ouvir e depois volto a escutar pra ter esse sabor, esse frescor de um trabalho novo. Porque você vive muito o disco, imagina, eu estou há dois anos fazendo, então você vive muito ele. Às vezes você tem que deixar ele quietinho lá e de vez em quando bota um som, escuta uma música, outra. Cada vez que escuto eu fico mais empolgado. É esse o grande segredo do trabalho. Que tenha o frescor sempre, não fique uma coisa passada”, observa o cantor, que aderiu às lives, mas está ávido pelo fim da pandemia para voltar a se encontrar pessoalmente com a plateia. “A grande emoção e a grande força do trabalho de todo artista é ter o público perto, ter aquela emoção, essa energia perto da gente”, conclui.
Ouça o disco "Além da Boca":
O Festival Feminino realiza sua terceira edição entre os dias 4 e 7 de março, desta vez em formato online, com transmissão no Youtube. Neste ano, a programação conta com as cantoras e compositoras baianas Luedji Luna e Josyara, e também de nomes do cenário nacional como Mariana Aydar, Anelis Assumpção e o grupo As Baías.
Além das atrações musicais, o festival, que tem como proposta discutir e celebrar a força do universo feninino na sociedade, terá ainda performances da atriz Mel Lisboa e da poeta e cantora Kimani, e contará tambpem com graffite, mostra de filmes e rodas de bate-papo. Toda a programação será apresentada por Patricia Palumbo.
“O Festival Feminino é mais um canal para que vozes potentes sejam amplificadas e ouvidas nesta trilha sem volta que é a luta pela igualdade de gênero e o respeito absoluto a diversidade”, diz Débora Ribeiro, idealizadora do Festival ao lado de Dani Godoy, que completa: “o Festival emprega uma equipe prioritariamente feminina, desde o quadro técnico até as artistas em destaque, criando assim representatividade do gênero em cargos ainda ocupados majoritariamente por homens, e consequentemente contribuindo para o processo de igualdade”.
Programação
Quarta-feira, 04 de março
A partir das 19h
Debate
Naruna Costa
Luedji Luna
Quinta-feira, 05 de março
A partir das 19h
Debate
Mel Lisboa
Mariana Aydar
Sexta-feira, 06 de março
A partir das 19h
Debate
Kimani
As Baías
Sábado, 07 de março
13h00 – Funmilayo Afrobeat Orquestra
15h00 – Clarianas
17h00 – Josyara
19h00 – Anelis Assumpção
A Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (Secult) divulgou, nesta quinta-feira (21), o resultado da curadoria artística do Carnaval do Pelô.
Dentre os artistas selecionados estão Larissa Luz, Xênia França e Luedji Luna, com o projeto “Aya Bass”; Duda Beat, Hiran e Illy, com o “Carnavália a Trois”; além de Sine Calmon, Skanibais e OQuadro, e os grupos infantis PUMM – Por Um Mundo Melhor e Canela Fina. Segundo a Secult, a programação do Carnaval no Centro Histórico será divulgada nos próximos dias. (clique aqui para conferir a lista completa de selecionados na curadoria).
A banda IFÁ irá participar da temporada de verão do projeto TOCA! na sexta-feira (8), no Goeth-Institut Salvador-BA, às 20h. O grupo receberá no show a cantora paulista Anelis Assumpção como convidada especial.
O IFÁ integra um movimento que vem mudando o cenário da música instrumental baiana. Com um espetáculo dançante o grupo mistura afrobeat, ijexá e funk em suas músicas.
Anelis traz em suas canções ritmos como o dub, afrobeat e grooves brasileiros. A cantora deve apresentar músicas do seu último álbum "Taurina", lançado em 2018.
Os ingressos custam R$ 40 inteira e R$ 20 meia entrada no primeiro lote e já estão à venda no Sympla, nas lojas Soul Dila dos shoppings Barra e Salvador e no próprio Haus Kaffee.
SERVIÇO
O QUÊ: TOCA! - IFÁ convida Anelis Assumpção
QUANDO: Sexta-feira, 8 de fevereiro, às 20h
ONDE: Pátio do Goethe-Institut, Corredor da Vitória
VALOR: Lote 1 - R$ 40 inteira e R$ 20 meia | Lote 2 - R$ 50 inteira e R$ 25 meia
A Balada Literária da Bahia chega à quarta edição entre os dias 14 e 17 de novembro, na Casa do Benin, em Salvador. A programação começa com uma edição especial e afetiva do Sarau Bem Black, que celebra o Novembro Negro e as obras essenciais de Lazzo Matumbi e Itamar Assumpção (1949-2003), tocadas na discotecagem da noite do DJ Joe. Apresentando por Nelson Maca, o Sarau tem entre os convidados a cantora Anelis Assumpção (filha de Itamar) e os escritores Marcelino Freire e Alex Simões.
Nos quatro dias, a Balada baiana terá uma programação que contempla saraus, bate-papos, oficina, lançamentos e performances artísticas. Entre os destaques estão as presenças das cantoras Anelis Assumpção, Alzira E, da escritora Alice Ruiz e de Carlos Verçosa, escritor e pesquisador parceiro de Itamar Assumpção na juventude; o lançamento de “Bagageiro”, novo livro do escritor Marcelino Freire; a presença do autor moçambicano Ungulani Ba Ka Khosa; uma conversa musical com Lazzo; a edição especial do Sarau Bem Black; e uma conversa-oficina sobre produção literária em tempos digitais, que contará com a participação de Talita Taliberti, gerente de autopublicação da Amazon. (Clique aqui e confira a programação completa).
Idealizador e articulador da Balada Literária de São Paulo, o autor pernambucano Marcelino Freire divide com o poeta Nelson Maca a curadoria da edição baiana e estará presente em várias atividades.
SERVIÇO
O QUÊ: IV Balada Literária da Bahia
QUANDO: 14 a 17 de novembro
ONDE: Casa do Benin - Largo do Pelourinho – Salvador (BA)
VALOR: Gratuito, com exceção do show Paralelas, com Alice Ruiz e Alzira E
A cantora e compositora paulista Anelis Assumpção apresenta nesta sexta-feira (26), em Salvador, a turnê do seu terceiro disco autoral "Taurina", no Largo Pedro Arcanjo, no Pelourinho, a partir das 20h. O show de abertura ficará por conta de Saulo Duarte, que irá apresentar o seu novo trabalho "Avante Delírio", num trio com Zé Nigro e Curumin.
Anelis é do signo de Touro, mas em conversa com o Bahia Notícias explicou que a escolha do título do álbum vai além do questão astrológica. “Eu tinha pensando em outros nomes, mas quando foi chegando a etapa final da produção do disco, eu fui reconsiderando. Comecei a pensar que eu queria que tivesse muito uma associação com um animal. Percebi como características do signo de touro estavam presentes no disco, mas isso também me incomodava, eu não queria que ficasse parecendo uma coisa somente astrológica, fazendo uma referência ao que é mais forte do signo como comida e tal”.
“Aí eu comecei a ligar o bicho a ‘Taurina’, que é quase um bicho inventado na minha cabeça. Não é a mulher do signo de touro e nem tão pouco é uma vaca, ela é quase um centauro, só que no feminino, mas é uma vaca e não um cavalo. E eu fui juntando essas referências da vaca, em como nós convivemos com ela, porque tem tanta simbologia através desse bichos... No oriente por exemplo existe uma interpretação bem diferente da nossa, toda a exploração desse animal, tudo que a gente usa dele. Acho que fui juntando tudo, até chegar na ‘Taurina’”, explica a cantora.

Capa do álbum 'Taurina', de Anelis Assumpção — Foto: Pintura de Camile Sproesser
Anelis é filha do cantor Itamar Assumpção, e iniciou sua carreira aos 18 anos fazendo backing vocals na banda do pai. Antes de começar a se apresentar como solista em 2007, integrou o grupo DonaZica ao lado de Iara Rennó e Andréia Dias. A cantora acredita que o novo álbum tem muito a ver com o momento em que ela entende a sua "própria existência, independente das memórias" do passado.
"Acho que nos meus três trabalhos eu comecei a criar coragem para me desligar da banda que eu tinha e entender como eu iria funcionar sem ser na sombra do meu pai, ainda que na memória da existência dele. Desde o meu primeiro disco eu venho descobrindo isso. Eu acho que nesse terceiro, eu sinto esse viés um pouco mais pessoal. Antes eu ainda estava pedindo um pouco mais de licença, e agora já estou mais íntima. Nesse momento eu tô de um jeito mais orgânico e mais madura para entender que não preciso concorrer com esses fatores do passado”, fala Assumpção.
A artista perdeu a irmã em 2016, vítima de câncer. Serena também era cantora e a apoiava em suas criações. O disco apresenta uma música escrita por Serena, que foi musicada por Anelis, "Chá de Jasmin", e também uma canção escrita pela cantora dedicada à irmã, "Gosto Serena".
"A partir do momento que ela morreu foi uma falta muito grande, um choque, uma perda, eu fiquei muito tempo imersa num vazio e buscar a memória e a presença dela fazia sentido para mim. As coisas se transformam a partir de um fato. Ela tinha escrito a letra e me pedido para fazer uma música, então quando ela morreu eu senti uma necessidade pessoal de realizar um pedido dela. Então eu musiquei aquela música dela e também fiz o 'Gosto Serena', uma música que eu fiz para uma irmã que eu perdi”, conta a artista.
E essa experiência também tem reflexos nas outras composições da cantora neste terceiro disco. "Esse terceiro disco é um momento em que eu tenho mais a dizer sobre mim, eu já tenho uma trajetória mínima que em algum momento se mescla com essa história que eu herdo, mas tem uma parte que ela é muito minha. A minha relação com a minha irmã, por exemplo, com a doença e com a morte dela, o meu pai não viveu. Os meus filhos... tem uma parte da minha vida que eu não tenho memória com o meu pai, então eu fui entendendo que a minha existência traz traumas positivos e negativos e nem todos estão relacionados a ele, então eu acho que esse momento da 'Taurina', tem mais a ver com eu entender a minha própria existência independente das minhas memórias", completou Anelis.
Além de trazer aspectos pessoais, "Taurina" aborda de uma maneira “sutil” questões ligadas ao movimento feminista. Anelis celebra o fato do público estar enxergando o feminismo em suas letras, e acredita que isso acontece “porque as pessoas estão com um olhar mais apurado” para esse assunto. “Eu acho que é muito natural. Eu sempre falo a mesma coisa, eu sou uma feminista, então isso está na minha obra e no meu cotidiano, não de uma forma direta e proposital. Eu acho que a gente não precisa necessariamente ser direto em uma narrativa, nem mesmo para falar de amor, então isso é uma coisa que me instiga muito a escrever”.
“Eu acho tudo muito sutil, e eu fico muito feliz que mais pessoas estão me dizendo que enxergam o feminismo nas minhas letras, e isso talvez esteja acontecendo porque as pessoas estão com o olhar mais apurado. Então, há uma nova interpretação sobre, então eu acho que quem me ouve, me lê, me escuta já está mais predisposto a isso, e consegue entender melhor algumas sutilezas. Eu fico feliz porque não consigo visualizar nada que tenha sido escrito de uma forma tão direta. Eu ainda prefiro os mistérios da poesia para falar sobre qualquer coisa”, declara Anelis.
Assumpção revelou ao BN que todas as vezes que vem a Salvador é muito bem recebida, e se sente feliz por ser um lugar em que as pessoas acompanham o seu trabalho. “Eu adoro, venho muito fazer shows aqui, já fiz de todos os meus discos. Fiz show junto com a Márcia Castro, apresentando um tributo aos Novos Baianos, fiquei duas temporadas na Caixa Cultural fazendo uma homenagem ao meu pai. Eu adoro, toda vez que eu venho sou muito bem recebida, tem uma escuta para o meu trabalho que é muito gratificante”.
SERVIÇO
O QUÊ: Anelis Assumpção apresenta ‘Taurina’
QUANDO: sexta-feira, 26 de outubro, às 20h
ONDE: Largo Pedro Arcanjo, no Pelourinho, Salvador-BA
VALOR: 1º lote - R$ 50 inteira e R$ 25 meia
A cantora e compositora paulistana, Anelis Assumpção, irá apresentar em Salvador o seu mais novo trabalho, ‘Taurina’.
O novo álbum da cantora foi premiado como melhor disco e melhor capa no Prêmio Multishow 2018, que aconteceu nesta terça-feira (25).
No show, dirigido pela própria Anelis, a banda que a acompanha é formada por: Zé Nigro, Lelena Anhaia, Edy Trombone, Mau, Daniel Conceição e Saulo Duarte.
O show de abertura ficará por conta de Saulo Duarte, compositor, cantor, instrumentista e produtor paraense radicado em São Paulo há 10 anos. Ele irá apresentar o seu novo trabalho 'Avante Delírio', num trio com Zé Nigro e Curumin.
Os ingressos custam R$ 50 inteira e R$ 25 a meia entrada, e podem ser comprados no Sympla (acesse aqui).
SERVIÇO
O QUÊ: Anelis Assumpção apresenta ‘Taurina’
QUANDO: sexta-feira, 26 de outubro, às 20h
ONDE: Largo Pedro Arcanjo, no Pelourinho, Salvador-BA
VALOR: 1º lote - R$ 50 inteira e R$ 25 meia
A Caixa Cultural Salvador recebe, de 19 a 29 de abril, a série de oito apresentações do "Isso ainda dá repercussão – Tributo a Itamar Assumpção", em homenagem ao músico paulista falecido em 2003. Capitaneado pelo músico baiano Du Txai – que assina a direção do show - e com participação especial da filha do homenageado, Anelis Assumpção, o evento a cada noite contará com um convidado local. Na estreia, Du Txai, Anelis e banda receberão a juazeirense Josyara; no dia 20, a participação é de Luedji Luna; já no dia 21, se apresenta Bruna Barreto. Dão será o convidado do dia 22; Giovani Cidreira, no dia 26; Tuzé de Abreu, no dia 27; Aiace, dia 28; encerrando com Rebeca Matta, dia 29. O nome do tributo faz referência ao disco “Isso vai dar repercussão”, de 2004, e o repertório das apresentações se deu através de uma seleção que contemplasse toda a discografia do artista. Os ingressos, que custam R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia), estarão à venda a partir das 9h do dia 19/04 (para as apresentações de 19 a 22/04) e a partir das 9h do dia 26/04 (para as apresentações de 26 a 29/04).
SERVIÇO
O QUÊ: Isso ainda dá repercussão – Tributo a Itamar Assumpção
QUANDO: 19 a 29 de abril. Quintas a sábados, às 20h e domingos, às 19h
ONDE: Caixa Cultural – Salvador (BA)
VALOR: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia)
A Caixa Cultural Salvador recebe, de 23 a 26 de novembro, As Ganhadeiras de Itapuã, que realizam quatro apresentações do espetáculo “Negra É A Voz - Toda Mulher É Meio Chica da Silva”. Durante a série de shows, que tem como mote o empoderamento feminino e celebra o Dia da Consciência Negra, as anfitriãs terão como convidadas Larissa Luz, na quinta-feira (23); Juliana Ribeiro, na sexta-feira (24); Anelis Assumpção, no sábado (25); e Virgínia Rodrigues, no domingo (26). No repertório, cantigas e sambas de roda autorais das Ganhadeiras de Itapuã e canções de carreira de cada uma das artistas convidadas. “Reunimos mulheres negras, de diferentes estilos musicais e gerações, para mostrar sua voz no canto e no diálogo com outras mulheres. Junto com as Ganhadeiras, que também representam esta resistência, queremos mostrar a força da união destas vozes”, explica Elaine Hazin, idealizadora e realizadora do projeto.
SERVIÇO
O QUÊ: As Ganhadeiras de Itapuã – “Negra é a Voz”
QUANDO: 23 a 26 de novembro. Quinta a sábado, às 20h e domingo, às 19h
ONDE: Caixa Cultural Salvador
VALOR: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia)
O Passeio Público, em Salvador, será palco das primeiras atrações do Festival Caymmi de Música, que começa nos dias 8 e 9 de abril. Além de um espetáculo musical, sob direção artística de Márcio Meirelles, com os artistas baianos Flávia Wenceslau, Junior Maceió, Irmão Carlos e Quabales, concorrentes na categoria ‘Show’ ao Prêmio Caymmi de Música, o evento terá ainda participação especial dos músicos paulistas Curumin e Anelis Assumpção. O público poderá curtir ainda atividades de bem-estar, oficinas artísticas, feira de trocas, vivências, gastronomia e mostras de coletivos criativos atuantes nos bairros e entorno.
“A proposta dos festivais é reverberar esta nova música da Bahia por toda cidade, de forma gratuita e agregadora. Como um movimento cultural, juntamos também outras linguagens artísticas, expandindo ainda mais as ondas sonoras do projeto”, explica Elaine Hazin, diretora geral do Festival, que circulará também por Plataforma, Itapuã e pelo Parque da Cidade, no Itaigara.
Programação Festival Caymmi – Passeio Público
SÁBADO – 8/abril
8h – Meditação, com Brahma Kumaris
9h – Ocupação/bate-papo Vivências Quilombolas (Associação Que Ladeira É Essa e coletivo Musas)
10h – Início das Feiras - Mercadilho + Trocadilho
10h30 - Oficina de Livres Expressões (coletivo Musas)
12h – Gastronomia - Foodtrucks
12h – Vitrolagem, com Tropical Baiana
14h - Sarau do Gueto (comunidade Solar do Unhão)
16h – Show | Flávia Wenceslau, Junior Maceió, Irmão Carlos e Quabales – Participação Anelis Assumpção
DOMINGO – 9/abril
8h – Yoga, com Carla Dantas
10h – Início das Feiras - Mercadilho + Trocadilho
10h – Piquenique Musical, com Canela Fina
12h – Gastronomia - Foodtrucks
12h – Vitrolagem, com Tropical Baiana
13h - Oficina Ateliê de Ofícios (coletivo Sociedade da Prensa)
15h - Oficina de Manipulação de Bonecos Gigantes (coletivo Lugar de Gigantes)
15h30 – Mini cortejo de Bonecos Gigantes (coletivos Lugar de Gigantes e Junta Salvador)
16h – Show | Sarau do Poeta, Luedji Luna, Forró da Gota e Renata Bastos – Participação Curumin
Realizado a partir das 20h, na Praça Tereza Batista, o evento conta com abertura da banda Ministereo Público, formada pelos DJs Raiz Seletor, Pureza e Regivan. Já à venda na internet (www.centralblack.com.br) e nos balcões TicketMix (Barra, Shopping da Bahia e Salvador Shopping), os ingressos custam R$ 40 e R$ 20 reais.
Legalize it – Show de Anelis Assumpção, em tributo ao primeiro disco solo de Peter Tosh
Abertura: Ministereo Público
Data: 03 de junho de 2016
Local: Praça Tereza Batista - Pelourinho
Horário: 20h
Ingressos: R$40,00 (inteira) / R$ 20,00 (meia), à venda no site www.centralblack.com.br, Balcões TicketMix (Barra, Shopping da Bahia, Salvador Shopping), e no local e dia do evento.
Posted by Radioca on Sexta, 19 de junho de 2015
Olha só quem também vai estar com a gente no Festival Radioca: Anelis Assumpção :)O segundo disco da cantora e...

Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jojo Todynho
"Eu não tenho pretensão política nenhuma".
Disse a cantora Jojo Todynho ao comentar o cenário político atual e opinar sobre o desfecho eleitoral do país.