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Após a exoneração de mil funcionários ligados ao Governo do Rio de Janeiro determinada pelo governador em exercício, Ricardo Couto, deputados ameaçam divulgar lista de supostas amantes de desembargadores que receberiam sem trabalhar na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (ALERJ). A informação foi divulgada pela jornalista Vera Araújo.
O desembargador, que assumiu interinamente o executivo estadual no último dia 23 de março, demitiu, em média, 39 pessoas por dia. Foram 1.419 servidores entre 23 de março e a última quarta-feira (29), segundo o governo do estado. A Casa Civil e a Secretaria de Governo coordenam esses trabalhos.
O grupo ligado ao atual presidente da casa legislativa, Douglas Ruas (PL) e do ex-governador Cláudio Castro, não recebeu bem o anúncio. Nos bastidores, acredita-se que a estratégia seria criar constrangimento institucional e deslocar o foco das exonerações feitas no Executivo estadual.
A expectativa é que o número de exonerações ainda vai aumentar. Segundo o portal UOL, as demissões foram resultado de "auditoria na gestão das secretarias e das entidades integrantes da administração indireta, incluindo empresas estatais" e "serão efetivadas à medida que os trabalhos internos de auditoria forem executados", conforme informou o Palácio Guanabara.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.