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Adriano Sampaio
E se o maior erro das previsões eleitorais não estiver nas pesquisas, mas na forma como interpretamos o eleitor indeciso?

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Modelo proprietário desenvolvido pela Duplamente Inteligência de Mercado desafia a distribuição proporcional dos votos e propõe uma nova leitura das trajetórias eleitorais brasileiras

Multimídia

Mansur diz que candidatura feminina no PSOL deve ser decidida pelas mulheres

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O candidato ao Governo da Bahia pelo PSOL, Ronaldo Mansur, afirmou que a legenda tem ampliado a participação feminina nas disputas majoritárias, mas é necessário que "as mulheres decidam" disputar um lugar na majoritária. A declaração ocorreu durante entrevista à série especial “Vota BN”, do Projeto Prisma, do Bahia Notícias, com Fernando Duarte. Para ele, a escolha precisa partir das próprias integrantes do partido.

Entrevistas

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra

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Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.

aline pellegrino

A um ano da Copa do Mundo no Brasil, futebol feminino registra alta de 79% no número de jogos; veja levantamento
Foto: Lívia Villas Boas / CBF

A um ano da Copa do Mundo Feminina de 2027, que será realizada no Brasil entre os dias 24 de junho e 25 de julho, o futebol feminino nacional apresenta crescimento no número de competições, clubes participantes e partidas disputadas, além do aumento das cotas de participação e premiações pagas pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). O levantamento foi realizado e divugado pela CBF na manhã desta quinta-feira (16). 

 

Entre 2021 e 2026, a quantidade de competições femininas organizadas pela entidade passou de seis para nove, uma alta de 50%. No mesmo período, o número de clubes participantes de torneios adultos ou das categorias de base subiu de 58 para 79, crescimento de 36%.

 

O avanço mais expressivo ocorreu na quantidade de partidas. Em cinco anos, o calendário passou de 398 para 712 jogos, aumento de aproximadamente 79%.

 

Em comparação somente com 2025, quando foram realizadas 563 partidas, o crescimento foi de 26,5%. Cinco novos clubes também passaram a participar das competições de base em 2026.

 

O aumento dos jogos ocorreu principalmente nas três divisões do Campeonato Brasileiro Feminino. Em relação à temporada anterior, o número de partidas cresceu 25% na Série A1, 91% na A2 e 62% na A3. A Copa do Brasil Feminina também teve uma ampliação de 12,5%.

 

EVOLUÇÃO DO CALENDÁRIO
Em 2021, a CBF organizava seis competições: Campeonato Brasileiro A1, Campeonato Brasileiro A2, Brasileiro Sub-18, Brasileiro Sub-16, Liga de Desenvolvimento Sub-16 e Liga de Desenvolvimento Sub-14.

 

Na ocasião, 58 clubes participavam dos torneios, sendo 52 em competições adultas. Ao todo, foram realizadas 398 partidas.

 

Em 2025, o calendário passou a contar com nove competições: Brasileiros A1, A2 e A3, Supercopa Feminina, Copa do Brasil Feminina, Brasileiros Sub-20 e Sub-17 e as Ligas de Desenvolvimento Sub-16 e Sub-14.

 

Naquela temporada, 74 equipes participaram dos campeonatos, sendo 65 nas categorias adultas, com um total de 563 jogos.

 

Em 2026, foram mantidas as nove competições, mas o número de participantes aumentou para 79 clubes, sendo 66 nos torneios adultos. A quantidade de partidas chegou a 712.

 

TRANSMISSÕES
Com o objetivo de ampliar a visibilidade das competições, a CBF passou a transmitir, por meio da CBF TV, 100% dos jogos da Copa do Brasil Feminina e dos Campeonatos Brasileiros A1, Sub-20 e Sub-17.

 

A entidade também assumiu as transmissões das quartas de final, semifinais e finais das Séries A2 e A3 do Campeonato Brasileiro.

 

Gerente de Competições Femininas da CBF, Aline Pellegrino destacou que a ampliação do calendário permite às atletas acumular mais experiência e favorece o desenvolvimento técnico.

 

"Quando ampliamos o calendário, damos às atletas aquilo de que elas mais precisam para se desenvolver: tempo de jogo. Mais minutos em campo significam mais experiência, maior evolução técnica e uma preparação mais consistente", explicou.

 

Segundo a dirigente, o calendário mais extenso também oferece aos clubes melhores condições para planejar a temporada, desde a pré-temporada até a conciliação entre campeonatos estaduais e nacionais.

 

A maior previsibilidade, de acordo com a CBF, pode estimular investimentos e contribuir para o fortalecimento da estrutura das equipes.

 

DIVISÕES NACIONAIS
Criado em 2013, o Campeonato Brasileiro Feminino ganhou a Série A2 em 2017 e a Série A3 em 2022, ampliando o número de clubes presentes no calendário nacional.

 

A Copa do Brasil Feminina, disputada inicialmente entre 2007 e 2016, retornou ao calendário em 2025. A competição passou a reunir equipes das três divisões do Campeonato Brasileiro por meio de critérios técnicos.

 

"A decisão da CBF mostra um compromisso real com o desenvolvimento do futebol feminino em todas as regiões do Brasil. Mais do que resgatar uma competição tradicional, é um passo importante na consolidação da modalidade, já que amplia oportunidades e valoriza o trabalho que vem sendo feito nos campeonatos estaduais", afirmou Aline Pellegrino.

 

COTAS E PREMIAÇÕES
O planejamento divulgado pela CBF para 2026 também estabeleceu aumentos nas cotas de participação e nas premiações das competições femininas.

 

Na Supercopa Feminina, o prêmio destinado ao campeão chegou a R$ 1 milhão, aumento de 43%. O vice-campeão passou a receber R$ 600 mil, crescimento de 20%.

 

Na Série A1, cada um dos 18 clubes participantes da primeira fase passou a receber uma cota de R$ 720 mil, o dobro do valor pago anteriormente. O campeão terá direito a R$ 2 milhões, enquanto o vice receberá R$ 1 milhão.

 

Na Série A2, a cota destinada a cada um dos 16 clubes da primeira fase subiu para R$ 360 mil, valor 2,4 vezes maior. Na A3, os 32 participantes passaram a receber R$ 120 mil, quantia 3,3 vezes superior à anterior.

 

As cotas de todas as fases da Copa do Brasil Feminina foram dobradas. Nos Campeonatos Brasileiros Sub-20 e Sub-17, o reajuste foi de 10%.

 

FORTALECIMENTO DA BASE
Desde 2024, a CBF repassa recursos às 27 federações estaduais para a realização de torneios femininos de base nas categorias sub-15 e sub-17.

 

Em 2026, o programa também passou a contemplar a categoria sub-20, com o objetivo de fortalecer a transição das atletas para o futebol adulto e ampliar o calendário de formação.

 

A entidade também modificou os critérios de classificação para os Campeonatos Brasileiros Femininos Sub-17 e Sub-20.

 

A partir desta temporada, 16 vagas de cada competição são destinadas aos campeões estaduais das federações mais bem posicionadas no Ranking Nacional de Federações do Futebol Feminino.

 

A medida busca ampliar a participação de clubes de diferentes regiões nas competições nacionais de base.

 

INVESTIMENTO ATÉ 2029
No planejamento de longo prazo, a CBF estima investir mais de R$ 685 milhões nas competições de futebol feminino entre 2024 e 2029.

 

Para o período, a entidade projeta crescimento de 41% no número de datas do calendário nacional e de 84% na quantidade de partidas organizadas.

 

Aline Pellegrino ressaltou, no entanto, que a execução do planejamento também depende do envolvimento das federações estaduais e dos clubes, com investimentos e projetos voltados à modalidade.

 

O calendário brasileiro também foi elaborado em consonância com as competições internacionais previstas pela Fifa e pela Conmebol.

 

Além da Copa do Mundo Feminina de 2027, o período contará com torneios como a Copa das Campeãs, o Mundial de Clubes Feminino, a Libertadores Feminina, a Liga das Nações Feminina e as Copas do Mundo das categorias sub-17 e sub-20.

Ex-capitã do Brasil, Aline Pellegrino é nomeada diretora executiva de Legado e Relações Institucionais da Copa do Mundo Feminina de 2027
Foto: Divulgação / CBF

A ex-capitã da Seleção Brasileira Feminina de Futebol, Aline Pellegrino, foi nomeada nesta segunda-feira (20) como diretora executiva de Legado e Relações Institucionais da Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027. O torneio será realizado no Brasil, e a chegada da ex-jogadora completa a equipe de liderança executiva do evento.

 

Vice-campeã mundial em 2007 e medalhista olímpica nos Jogos Olímpicos de Atenas 2004, Aline tem trajetória consolidada dentro e fora de campo. Atualmente, ela exerce a função de gerente de Competições Femininas da Confederação Brasileira de Futebol, cargo que continuará ocupando paralelamente à nova função na FIFA.

 

Antes disso, a dirigente também atuou como diretora de Futebol Feminino da Federação Paulista de Futebol e como supervisora técnica no Corinthians Audax. Além das funções administrativas, integra o programa FIFA Legends e atua como embaixadora da Conmebol.

 

Ao comentar a nomeação, Aline destacou o impacto que a competição pode gerar para o futebol feminino: "Contribuir para o impacto que este evento pode ter sobre as mulheres no Brasil, na América do Sul e em todo o mundo me dá ainda mais certeza de que a decisão que tomei na minha infância foi a certa", comentou.

 

A dirigente também ressaltou a expectativa de que o torneio deixe um legado duradouro.

 

"Desejo que 2027 seja mais do que apenas um grande evento esportivo. Acredito que será também um marco decisivo na demonstração de apreço e respeito pelas mulheres no futebol", projetou.

 

A equipe executiva do escritório da FIFA no Rio de Janeiro também conta com Gal Barradas (Receitas e Marketing), Thiago Jannuzzi (Operações) e Patricia Hespanha (Administração). Atualmente, a estrutura organizacional do evento reúne 128 profissionais, sendo 70% mulheres.

 

Diretora de Futebol da FIFA, Jill Ellis destacou o impacto da liderança feminina na organização do torneio: "Este torneio criará modelos de referência não apenas em campo, mas em nossas salas de reunião também.”

 

O presidente da CBF, Samir Xaud, também celebrou a nomeação e afirmou que a escolha representa reconhecimento internacional à trajetória da dirigente e ao crescimento do futebol feminino brasileiro.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Do jeito que as coisas vão, não sei se o Soberano chega inteiro em outubro. Mas não foi o único que levou bola nas costas também. Tiveram que recorrer até ao passado pra lembrar da conexão entre o Pernambucano e o Capitão, por exemplo. Enquanto isso, o passado deixa outros tristes. Não é, Ferragamo? Mas o futuro também tira o sono de alguns. Alice no País das Maravilhas, por exemplo, já tem seu plano B. Saiba mais!

Pérolas do Dia

André Viana

André Viana
Foto: Antena 1 Salvador

"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade". 


Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.

Podcast

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A sabatina faz parte da série especial "Vota BN", dedicada a sabatinar as principais lideranças políticas na disputa pelo Executivo estadual e pelo Senado nas eleições de 2026. O programa é transmitido ao vivo a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias.

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