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O governador Jerônimo Rodrigues (PT) fez, neste sábado (30), um convite direto aos gestores municipais da oposição que se sentiram desvalorizados pelas declarações de ACM Neto (União) sobre o peso dos prefeitos nas eleições. Durante a plenária territorial do Programa de Governo Participativo (PGP), em Paulo Afonso, na região de Itaparica, Jerônimo afirmou que prefeitos sem acolhimento no grupo adversário encontrarão espaço no time governista da Bahia.
“Se ele está tratando os prefeitos, inclusive os dele, dessa forma, se quiserem vir para cá, a gente aceita, sem problema nenhum. Porque é o prefeito quem governa o município, então eu não entendi muito quando ele falou que prefeito não tem valor em uma eleição”, afirmou o governador.
Jerônimo também citou lideranças ligadas ao campo político de ACM Neto para questionar se o ex-prefeito considera sem importância gestores do União Brasil, como o prefeito Bruno Reis, de Salvador, Zé Ronaldo, de Feira de Santana, Sheila Lemos, de Vitória da Conquista, e Valderico Júnior, de Ilhéus.
Jerônimo ainda reforçou a importância dos gestores municipais no processo político e criticou a tentativa de ACM Neto de reduzir o peso dos prefeitos na eleição estadual. “Ele foi prefeito, não pode desautorizar a história dele. Aquilo causou uma fricção muito grande junto aos prefeitos”, afirmou o governador petista.
Assista ao vídeo na íntegra abaixo:
Durante a inauguração do viaduto José Linhares, na manhã desta segunda-feira (26), o prefeito Bruno Reis (União) comentou a foto tirada neste final de semana com os principais nomes do PT baiano.
Durante o encontro do MST na Bahia, Lula esteve ao lado do senador Jaques Wagner, o atual governador Jerônimo Rodrigues, e o atual ministro da Casa Civil e ex-governador da Bahia, Rui Costa. A ausência de Otto Alencar e Angelo Coronel, senadores do PSD, chamou a atenção após rumores de rompimento entre as duas siglas no estado.
Para o gestor da capital baiana, a foto vai ao encontro do discurso de “unidade política” do grupo. “Uma foto onde praticamente só tem representantes petistas. Muito mais importante do que palavras é a imagem. E a imagem mostra um isolamento político”, declarou o prefeito.
O comentário vem em um momento de especulações sobre uma chapa governista “puro-sangue”. Os nomes de Jerônimo, Rui e Wagner são os principais cotados para assumir a disputa deste ano.
Na ocasião, o prefeito negou que a oposição estaria espalhando boatos sobre a substituição de Jerônimo por Rui Costa na chapa e alega que o nome do atual governador é avaliado como “meia boca” até por aliados.
“Por parte da oposição, apenas a recondução dos fatos que estão aí. Afinal de contas, o ex-governador chega em qualquer roda e não esconde de ninguém o desejo de ser governador do Estado da Bahia”, afirmou.
O deputado federal Lindbergh Farias (PT) publicou neste domingo (11) uma foto do presidente Lula modificada por IA em suas redes sociais. Na imagem, que também foi compartilhada por outros aliados, ele aparece de costas vestindo uma sunga e tem aparência mais musculosa do que a de registros oficiais.
O líder do PT na Câmara compartilhou uma montagem que circula nas redes sociais e ironizou o estado do presidente: “O homem tá on, o tetra vem!”.
A publicação do deputado recebeu "Notas da Comunidade" da rede social X, uma ferramenta utilizada para "adicionar contexto a posts potencialmente enganosos".
Além de aparência mais atlética, a imagem foi ironizada por opositores pelo fato de ter "adicionado" um dedo a Lula na mão esquerda.
Em meio às discussões sobre a base de apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Senado, aliados avaliam como consolidada, mas é preciso ser colocada à prova. As avaliações vem após o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, afirmar que Lula ainda não tem uma base consolidada no Congresso.
Uma das fontes ouvidas pelo Bahia Notícias disse que é provável que o Senado siga na mesma linha durante a gestão de Jair Bolsonaro, onde as matérias mais políticas passavam, mas em meio a acordos. A única “preocupação” é que agora os acordos aconteçam com mais respaldos do que antes, avaliam os parlamentares.
Para alguns, pode ser que Lula enfrente mais resistência na Câmara, mas que no Senado a base não seja tão forte agora, mas não será também um empecilho para aprovação dos projetos de interesse do Executivo.
Uma demonstração desse apoio consolidado foi a definição dos presidentes das Comissões da Casa, onde a oposição acabou ficando sem nenhum comando após articulação da base de Lula.
Entretanto, nos corredores do Senado ainda corre a informação de que o presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), crie uma nova comissão para entregar a oposição e mantenha uma relação de troca-troca com esses parlamentares.
Após reunião de líderes com o presidente da Casa, alguns parlamentares questionados pelo Bahia Notícias se foi discutida a criação de uma nova comissão e eles disseram que não foi tratado diretamente sobre isso na reunião, mas é provável que isso aconteça, porém mais pra frente. “É preciso esperar o 'sangue esfriar' no Senado após a derrota de Rogério Marinho”, disse uma das fontes.
Depois de compartilhar um vídeo de Mário Frias nas redes sociais e reacender o alerta da fritura de Regina Duarte na Secretaria Especial da Cultura (clique aqui), o presidente Jair Bolsonaro convidou o ator para um almoço, nesta terça-feira (19). Na manhã desta quarta-feira (20), veio o anúncio oficial da saída da atriz do comando pasta (clique aqui).
O encontro, que não estava na agenda presidencial, aconteceu no Palácio do Planalto e contou ainda com as presenças dos presidentes do Flamengo e do Vasco, do filho mais velho do presidente, Flávio Bolsonaro, e seu novo aliado, o presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson.
Bolsonarista, antes mesmo de Regina ser afastada, Mário Frias já havia declarado que aceitaria ocupar o lugar da colega, que é vista com maus olhos pela ala olavista do governo e tem sido cada vez mais atacada - com a anuência do presidente - por não implementar uma gestão ideológica forte o suficiente na Cultura.
Empossada, nesta quarta-feira (4), como titular da Secretaria Especial da Cultura (clique aqui e saiba mais sobre a cerimônia de posse), Regina Duarte é considerada por aliados de Jair Bolsonaro como uma bomba-relógio prestes a explodir.
De acordo com informações da coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, a atriz é vista como imprevisível e pouco comprometida com compromissos políticos importantes para o presidente.
Ainda segundo a publicação, a primeira crise é prevista para os próximos dias, pois, após várias demissões (clique aqui), a nova secretária sinalizou que pretende exonerar ainda mais funcionários do órgão, sendo todos ligados a apoiadores de Bolsonaro. Entre as pessoas na mira estão indicações do deputado Marco Feliciano (sem partido) e de Olavo de Carvalho, guru ideológico da família do presidente.
A coluna pontua, no entanto, que a atriz já teve sua primeira derrota, já que ela queria desligar Sérgio Camargo da Fundação Palmares, mas, além de não ser demitido, nesta semana ele postou foto ao lado de Bolsonaro nas redes sociais. Diante de seus primeiros atos, Regina Duarte já tem sido atacada por olavistas e pelo próprio Olavo (clique aqui).
Apesar do presidente ter garantido diversas vezes que deu carta branca à atriz para gerir a Cultura, um integrante do governo afirmou à publicação que a gestão Bolsonaro tem bandeiras claras e que a secretária terá que aderi-las, não o contrário.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.