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ali khamenei
O Irã anunciou que já definiu o sucessor do líder supremo Ali Khamenei, morto em um bombardeio realizado por Estados Unidos e Israel no dia 28 de fevereiro, durante a ofensiva militar contra o país. O nome do novo líder, porém, ainda não foi divulgado oficialmente pela imprensa iraniana.
Após a informação sobre a escolha do sucessor, autoridades militares de Israel afirmaram que irão perseguir “qualquer sucessor de Khamenei” e pessoas envolvidas no processo de indicação do novo líder.
A escolha foi feita pela Assembleia de Peritos do Irã, órgão responsável por eleger o líder supremo da República Islâmica. A informação foi confirmada pelo membro do conselho Ahmad Alamolhoda, que afirmou que a votação já ocorreu.
Segundo Alamolhoda, o anúncio público depende agora do chefe do secretariado da assembleia, Hosseini Bushehri, responsável por oficializar a decisão.
A Assembleia de Peritos é formada por cerca de 88 clérigos xiitas eleitos por voto popular e tem a atribuição constitucional de escolher e supervisionar o líder supremo do país desde a Revolução Islâmica do Irã de 1979.
Nos últimos dias, o conflito também atingiu diretamente estruturas políticas do regime iraniano. Um prédio ligado à Assembleia de Peritos na cidade de Qom foi alvo de ataque israelense, segundo relatos da imprensa e de agências estatais iranianas.
Khamenei, que liderava o país desde 1989, morreu após ataques coordenados contra alvos estratégicos em Teerã, marcando uma nova fase da crise entre Irã, Israel e Estados Unidos.
O embaixador do Brasil em Teerã, André Veras Guimarães, disse nesta segunda-feira (2) que nenhum brasileiro solicitou auxílio para deixar o Irã, país no Oriente Médio alvo de ataques dos Estados Unidos e aliados no fim de semana. A declaração aconteceu em entrevista ao programa Alô Alô Brasil, da Rádio Nacional.
De acordo com Guimarães, a comunidade brasileira no país é pequena, cerca de 200 pessoas, de famílias constituídas de mulheres brasileiras que se casaram com iranianos. “Não temos nenhuma notícia de brasileiros que tenham sido vítimas de um ataque”, disse o embaixador.
“Temos um grupo de WhatsApp que funciona intermitentemente, segundo a liberação ou não da internet aqui. Mas eles já teriam se comunicado com a gente se fosse necessária alguma assistência”, acrescentou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Hilton Coelho
"O Guilherme Boulos está precisando de apoio dentro do PSOL. Ele defendeu que o PSOL participasse da federação com o PT e simplesmente 76% do PSOL disse não. Então, se tem alguém que está deslocado dentro do PSOL, não é o companheiro Ronaldo Mansur, é o companheiro Guilherme Boulos".
Disse o deputado estadual Hilton Coelho (PSol) afirmou nesta quinta-feira (24), durante a convenção da federação PSol-Rede, em Salvador, que o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos (PSol), está "deslocado" dentro do partido após a maioria dos filiados rejeitar a proposta de federação com o Partido dos Trabalhadores (PT).