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alfaiataria
A Confederação Brasileira de Futebol avançou no desenvolvimento da alfaiataria oficial que será utilizada ao longo de 2026 ao apresentar os croquis e o conceito do projeto assinado por Ricardo Almeida. A parceria entra em nova fase com a definição visual das peças destinadas a jogadores e comissão técnica da Seleção Brasileira.
O projeto aposta na combinação entre a tradição da alfaiataria brasileira e uma leitura contemporânea, alinhada ao posicionamento institucional da CBF e ao momento atual da seleção. A proposta estabelece uma identidade visual comum, com variações específicas conforme o perfil de uso.
A comissão técnica vestirá um traje clássico, composto por costume de dois botões, calça social, camisa branca e gravata. Já os atletas usarão peças com modelagem mais ampla e construção menos estruturada, priorizando conforto e mobilidade. O conjunto inclui calça de caimento solto, caban sem ombreiras ou reforços internos e camiseta em fio pima desenvolvida especialmente para a parceria.
A padronização visual ocorre por meio da escolha de cor, tecido e da aplicação do escudo da Seleção Brasileira. O vestuário é complementado por calçados em camurça, com modelos de cadarço para a comissão técnica e mocassim para os jogadores.
“O convite para estarmos juntos pela terceira vez consecutiva, veio de encontro ao trabalho que estamos fazendo na nova linha da marca, a RA2. Então, a intenção foi criar peças que mantivessem a elegância e a identidade da alfaiataria, ao mesmo tempo em que incorporamos proporções e desconstruímos a técnica formal. Tudo isso, traduzindo uma linguagem contemporânea, conectada ao perfil dos jogadores, que acompanham tendências, consomem moda e utilizam o vestir como forma de expressão pessoal. O resultado, é o alinhamento entre legado, atemporalidade e inovação, sem renunciar à elegância”, afirmou Ricardo Almeida.
Para a confecção das peças, foi escolhida uma lã fria italiana, destacada pela leveza e conforto. A paleta adota um tom claro mesclado, com nuances de azul e verde que resultam em um petróleo suave, levemente acinzentado. O forro segue a mesma linha cromática e foi desenvolvido especificamente para o projeto, reforçando a unidade estética da alfaiataria, que traz o brasão da CBF aplicado às peças.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Tânia Scofield
"Na verdade, o que a gente encontra hoje na rua de Salvador é uma faixa de veículo assim, bem acima do necessário. Esse acima do necessário permite inclusive que um carro ultrapasse, porque às vezes tem 3 metros e meio, 3 metros, às vezes 4 metros".
Disse a presidente da Fundação Mário Leal Ferreira (FMLF), Tânia Scofield, durante entrevista nesta terça-feira (8) ao programa Bahia Notícias no Ar, ao comentar a preocupação de parte dos motoristas com a redução do espaço para os carros nas obras de requalificação da Avenida Lafayette Coutinho, popularmente como Avenida Contorno é uma "percepção um pouco equivocada".