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alexandre padinha
O ministro da Saúde Alexandre Padilha utilizou as redes sociais e a linguagem “pop” para conscientizar sobre a importância do PrEP, medicamento usado para reduzir o risco de infecção pelo HIV, e sua distribuição pelo SUS. Para alcançar os jovens, o ministro reagiu à cantora Demi Lovato e chegou a referenciar músicas da artista.
O vídeo publicado nas redes sociais da pasta apresenta, inicialmente, o trecho de uma entrevista da cantora americana falando sobre a importância de um sistema de saúde “acessível e barato” para todos, especialmente quando se trata de medicamentos “que salvam vidas”, como é o caso do PrEP.
“Demi, ‘this is real, this is SUS’ [em referência a música This is me]. ‘Sorry Not Sorry [música da cantora], todo Lovatic [nome dado a fãs de Demi] sabe que a PrEP no SUS brasileiro é acessível e gratuita”, diz Padilha no vídeo.
“É só buscar orientação no serviço de atendimento especializado de HIV AIDS na sua cidade. [O] profissional vai lá te orientar, fazer uma testagem do HIV, se der negativo você já sai com a PrEP. Aí você toma uma vez ‘again, again and again [referência a música ‘Here we go agai’]”, continuou o ministro.
??Ministro da Saúde faz referência a Demi Lovato em campanha de conscientização da PrEP: "This is SUS"
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) October 21, 2025
?? Confira: pic.twitter.com/ANNixmR3Sq
Nos comentários, seguidores elogiaram a cantora e o roteiro do vídeo do ministério. “Eu não tenho como provar, mas a Demi amaria esse vídeo”, escreveu uma internauta. “Vocês meio que divaram”, elogiou outra. “Depois dessa vaiter que ter Demi em Copacabanaa hein”, pediu um terceiro.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ana Paula Matos
"Você tem um governo do estado que está dizendo que todas as cidades, todos os prefeitos não estão cuidando da saúde? De quem é o problema? Ou tem algo errado aí?"
Disse a vice-prefeita de Salvador e ex-secretária de Saúde, Ana Paula Matos ao rebater as críticas feitas pela oposição sobre a falta de leitos nos hospitais públicos da capital baiana e a falta de hospitais com “demanda aberta”, aqueles que atendem casos de urgência e emergência mediante necessidade.