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O deputado estadual Rodrigo Bacellar (União-RJ) foi preso pela Polícia Federal pela segunda vez na noite desta sexta-feira (27). Os agentes da PF cumpriram um mandado expedido pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O parlamentar, que é ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) foi detido dentro de sua residência.
De acordo com informações do G1, ele foi encaminhado à Superintendência da PF no Rio de Janeiro.
O ex-presidente da Alerj já tinha sido preso em dezembro, em uma ação que apurava supostos vazamentos de dados de uma operação contra o Comando Vermelho. A prisão desta sexta faz parte da Operação Unha e Carne III. A operação também cumpriu um mandado de busca e apreensão.
O Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ) anulou a sessão que elegeu o deputado Douglas Ruas (PL) como novo presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio (Alerj). A decisão foi proferida na noite desta quinta-feira (26). A TV Globo apurou que o parlamentar já foi notificado da decisão.
Na decisão, a magistrada entendeu que o processo eleitoral na Casa só poderia ser iniciado após a retotalização dos votos pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE), conforme determinação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na decisão que cassou o mandato do então presidente da Alerj, deputado Rodrigo Bacellar.
A retotalização está marcada para acontecer na próxima terça-feira (31).
A medida foi tomada poucas horas após a realização da sessão extraordinária, convocada pelo presidente em exercício da Casa, Guilherme Delaroli (PL), no fim da manhã.
A decisão liminar foi concedida pela presidente em exercício do TJRJ, desembargadora Suely Lopes Magalhães, que determinou a suspensão de todos os atos e decisões da sessão.
Na quarta-feira (25), o TSE confirmou que a escolha do novo governador deveria ser feita por eleição indireta, em votação na Alerj.
O veto do governador Cláudio Castro ao projeto que cria a chamada “gratificação faroeste” foi derrubado nesta quarta-feira pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), por 40 votos a 24. Com a decisão, a proposta será promulgada e publicada no Diário Oficial do Estado em até 48 horas.
A votação foi marcada por confusão no plenário. Na primeira apuração, o painel eletrônico registrou 35 votos pela derrubada do veto, 24 pela manutenção e uma abstenção. Deputados da direita, no entanto, contestaram o resultado, alegando que votos de parlamentares da bancada não haviam sido computados. Diante do impasse, o presidente da Casa, Guilherme Delaroli (PL), anulou a votação, zerou o painel e determinou nova deliberação.
A gratificação prevê pagamento adicional a policiais envolvidos em confrontos com resultado em morte durante operações. O projeto de reestruturação da Polícia Civil é de autoria do Poder Executivo, mas recebeu emendas dos deputados Rodrigo Amorim (União), líder do governo na Alerj, Marcelo Dino (PL), Alexandre Knoploch (PL), Alan Lopes (PL), Célia Jordão (PL) e Dionísio Lins (PP).
A proposta havia sido aprovada em setembro, mas acabou vetada por Cláudio Castro sob argumentos técnicos e orçamentários. Com a derrubada do veto, policiais civis poderão receber de 10% a 150% do salário em casos como morte em serviço, apreensão de armas de grande calibre ou de uso restrito e neutralização de criminosos durante operações policiais.
O plenário da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) formou maioria nesta segunda-feira (8) e aprovou o projeto de resolução que recomenda a revogação da prisão do presidente da Casa, deputado Rodrigo Bacellar (União Brasil). A decisão foi tomada em votação aberta, com a presença dos 70 parlamentares, seguindo o rito constitucional para casos de prisão de deputados estaduais.
Com o resultado, o plenário referendou a posição da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que havia aprovado o mesmo texto horas antes, por 4 votos a 3. Para derrubar a prisão, eram necessários ao menos 36 votos, número alcançado durante a sessão.
O projeto agora será publicado no Diário Oficial e encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF), órgão responsável pela decisão final sobre a possível soltura do parlamentar. Bacellar foi preso na última semana por ordem do ministro Alexandre de Moraes.
A prisão preventiva de Bacellar foi executada pela Políça Federal (PF) após decisão do ministro do STF. Ele é investigado sob suspeita de vazar informações sigilosas para beneficiar o ex-deputado estadual Thiego Raimundo dos Santos Silva, conhecido como TH Joias, que também está preso.
Investigação da Justiça carioca indica que TH Joias atuava em colaboração com o crime organizado no Rio, facilitando a compra e venda de drogas, fuzis e armas antidrones para criminosos do Complexo do Alemão.
As informações são da Metrópoles.
Três dias após o assassinato do advogado Rodrigo Crespo, no Centro do Rio, Eduardo Sobreira Moraes, suspeito de monitorar a vítima, foi nomeado para cargo na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). A nomeação para o Departamento de Patrimônio foi assinada pelo presidente da Casa, Rodrigo Bacelar, e pelo deputado Rosenverg Reis, primeiro secretário da casa.
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De acordo com o g1, isso não necessariamente quer dizer que ele tenha sido indicado pelos parlamentares. Devido aos postos que ocupam na assembleia, todas as nomeações são assinadas pelos dois. Na tarde desta segunda-feira, a assessoria de Bacelar informou ao comentarista da GloboNews, Octávio Guedes, que a nomeação de Eduardo Sobreira Moraes foi tornada sem efeito.
Segundo a reportagem, Eduardo dirigiu para vários deputados na Alerj e tem uma boa relação com alguns parlamentares. A morte aconteceu em 26 de fevereiro, e no dia 29 Eduardo foi nomeado para o cargo. Procurada pela GloboNews, a Alerj não se pronunciou.
A polícia fez buscas nesta segunda-feira (4) para localizar dois suspeitos de envolvimento no crime, que seguem foragidos. Segundo as investigações, o segundo suspeito, o PM Leandro Machado da Silva, alugou os carros usados.
Leandro trabalha para Vinícius Pereira Drumond, filho do falecido contraventor Luizinho Drumond, ligado ao jogo do bicho. Um sócio da locadora de veículos disse à polícia que o PM era um cliente antigo e que, no passado, tinha sido apresentado por Vinícius Drumond como um dos seguranças da contravenção.
A Justiça do Rio decretou a prisão dos dois suspeitos, Eduardo e Leandro. Mas negou a busca e apreensão na casa de Vinícius Drumond, que teria feito contato com dono da locadora de veículos enquanto ele prestava depoimento à polícia. A juíza alegou que “faltavam elementos” para ligação dele no homicídio. Advogado de defesa de Vinícius Drumond nega que seu cliente tenha ligação com o PM suspeito de assassinar o advogado.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Fabíola Mansur
"Levo comigo o respeito pelas lutas que travamos, pelos companheiros e companheiras de caminhada e pelas amizades construídas. Trata-se, no entanto, de uma decisão política, tomada com maturidade e responsabilidade, a partir de reflexões sobre o cenário atual".
Disse a deputada estadual Fabíola Mansur ao anunciar sua desfiliação do Partido Socialista Brasileiro (PSB), legenda em que esteve filiada desde 2008. Em carta direcionada à direção estadual e nacional da sigla, a parlamentar destacou a trajetória de 18 anos construída dentro do partido.