Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias
Você está em:
/
Notícia
/
Salvador

Notícia

Bruno Reis revela dificuldade na contratação de trios elétricos para Carnaval de 2026: "Número maior de atrações"

Por Fernando Duarte / Aline Gama

Bruno Reis
Foto: Fernando Duarte / Bahia Notícias

O prefeito de Salvador afirmou, durante a abertura do Observatório da Câmara Municipal, que a gestão municipal enfrenta dificuldades para contratar trios elétricos neste Carnaval. A declaração foi dada em resposta a questionamentos sobre a suposta redução na oferta de equipamentos de som e estrutura para as atrações contratadas.

 

“Nós estamos com dificuldade de contratar equipamentos”, disse o prefeito. Segundo ele, o problema não está na quantidade absoluta de trios disponíveis, mas no aumento expressivo do número de artistas que se apresentarão na festa este ano. “Tem um número esse ano maior de atrações se apresentando e naturalmente tem menos trios de uma qualidade melhor disponível”, explicou.

 

O gestor destacou que os artistas que fecharam contrato primeiro conseguiram garantir os melhores equipamentos. “Quem já se apresentava, quem de certa forma fechou primeiro as apresentações, acabou escolhendo os trios melhores”, afirmou.

 

O prefeito assegurou, no entanto, que a quantidade de trios classificados como “tipo A” — os de melhor qualidade técnica e sonorização — é exatamente a mesma do ano passado. “O que eu posso assegurar é que a quantidade de trios melhores tipo A, trio A, é a mesma quantidade do ano passado”, declarou.

 

Ainda segundo o chefe do Executivo municipal, o descompasso entre oferta e procura se deve à alta demanda por um número limitado de equipamentos de ponta. “Todos os artistas querem se apresentar no trio A. Infelizmente a Bahia e o Brasil não dispõem de tantos equipamentos tendo em vista a quantidade de artistas”, completou.