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agravamento
A seleção da França pode ter um desfalque importante para a Copa do Mundo de 2026. O zagueiro William Saliba, considerado peça fundamental do sistema defensivo da equipe, agravou uma lesão que já o acompanhava antes da final da Liga dos Campeões e corre o risco de ser retirado da lista de convocados.
De acordo com informações publicadas pelos jornais A Bola, de Portugal, e AS, da Espanha, o defensor do Arsenal atuou com dores durante os 120 minutos da decisão contra o PSG. Após a partida, o quadro teria piorado, aumentando a preocupação da comissão técnica francesa.
Saliba será submetido a novos exames médicos no centro de treinamentos de Clairefontaine para que a gravidade da lesão seja definida. A expectativa é de que os resultados indiquem se o jogador terá condições de disputar o Mundial.
A possível ausência representaria uma baixa significativa para o técnico Didier Deschamps. Aos 25 anos, o zagueiro atravessa um dos melhores momentos da carreira e era apontado como titular absoluto da defesa francesa. O jornal espanhol AS classificou a situação como um “alarme mundial” para a seleção.
Caso a lesão impeça sua participação no torneio, a França já avalia alternativas para o setor. Entre os possíveis substitutos estão Castello Lukeba e Axel Disasi.
Integrante do Grupo I, a seleção francesa terá pela frente Senegal, Iraque e Noruega na primeira fase da Copa do Mundo. A estreia está programada para o dia 16 de junho.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.