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afaya
Controlada atualmente pelo grupo alemão Bertelsmann, a Afaya fez um investimento milionária na Bahia com a aquisição da baiana Unidom Participações, detentora da Faculdade Dom Luiz. A entidade, fundada por brasileiros, tem investimento no mercado do ensino de medicina e a conclusão do negócio está sujeita às vagas de graduação deste curso na faculdade baiana.
A transação de R$ 660 milhões foi confirmada em comunicado da companhia disponibilizado na SEC. A Afaya, como aponta a nota, vai deduzir o valor da dívida da faculdade na aquisição. As informações são do Valor Econômico.
A Afya vai pagar R$ 347,8 milhões em dinheiro no fechamento da operação e outros R$ 312,2 milhões em 10 parcelas anuais ajustadas pelo CDI, estas condicionadas à solução regulatória da Unidom no Ministério da Educação (MEC). A universidade fez o pedido de aprovação ao ministério para 300 cadeiras na escola de medicina antes da lei do Mais Médicos, mas o MEC concedeu parcialmente a autorização, em 2020, para 125 vagas. Por ordem judicial, o ministério revisou o volume posteriormente, o que ainda precisa passar pela instância final para concretizar as 300 vagas.
A Unidom possui quatros unidades na Bahia, localizadas em Salvador, Luis Eduardo Magalhães, Barreiras e Ribeira do Pombal. Com a transação, a Afya projeta uma receita líquida de R$ 110,5 milhões para a Unidom ainda em 2024, quase 90% disso originado nos cursos de medicina. Até 2027, com todas as cadeiras ocupadas, a expectativa é que a receita possa subir para R$ 267 milhões.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Eduardo Girão
“O Senado está totalmente prostrado. A gente vê uma comissão de ética que não foi instalada na legislatura do Davi Alcolumbre. A condução dele como presidente é uma tragédia anunciada, tanto é que eu votei contra ele. Não apenas isso, eu fui candidato contra ele até o final. Eu fico extremamente preocupado quando vejo o PL, por exemplo, que é um partido grande da oposição, apoiar o Alcolumbre e votar nele. Com a exceção do senador Marcos Pontes que se rebelou contra o próprio partido e foi até o final também. Eu tive quatro votos, o astronauta Marcos Pontes teve quatro votos, e o Davi nadou de braçada".
Disse o senador Eduardo Girão (Novo) ao fazer uma série de críticas à gestão do presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União). Em entrevista à rádio Antena 1 Salvador, nesta segunda-feira (14), o candidato a vice-presidente na chapa de Romeu Zema disse que a Comissão de Ética do Senado não tem funcionado e acusou Alcolumbre de engavetar pedidos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).