Artigos
Os “meninus” do trio
Multimídia
Apesar de críticas, novo Sedur defende agilidade para avanços em Salvador
Entrevistas
Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”
acusado de agressao
Acusado de agredir a namorada em Maceió, o advogado João Neto criticou a suspensão temporária do registro na Ordem dos Advogados do Brasil, seção Bahia (OAB-BA). Ele fez um vídeo nas redes sociais criticando a atuação da OAB e atribuiu a sanção a racismo.
“Esse negro aqui, vai continuar, sim, tendo o que quer vivendo onde, quer e comprando o que quiser. Não será meia dúzia de racistas. Só posso atribuir isso ao racismo”, disse, se comparando com outros casos em que, segundo ele, a Ordem não suspendeu o registro de advogados brancos.
Veja vídeo:
O advogado confirmou a suspensão e falou que já está lutando para reverter a decisão de suspensão do registro profissional.
"Esclareço aos meus clientes que, sim, tive minha carteira da OAB suspensa. Mas não por crime algum. E aqui reside a pergunta que não quer calar: por que para alguns a OAB oferece proteção institucional, mesmo em casos envolvendo tráfico, corrupção ou venda de sentenças e, para mim, um advogado negro, filho da periferia, não se levanta sequer em defesa da minha dignidade profissional? Dois pesos, duas medidas?".
SUSPENSÃO
O Tribunal de Ética e Disciplina (TED) da Ordem dos Advogados do Brasil na Bahia (OAB-BA) suspendeu preventivamente por 90 dias, o advogado João Neto, preso em flagrante por supostamente agredir a namorada em Maceió, em abril deste ano. O julgamento foi realizado em 8 de maio de 2025.
De acordo com a OAB-BA, a suspensão preventiva ocorreu em um processo ético-disciplinar anterior à prisão. O processo instaurado no TED da OAB-BA tem relação com condutas incompatíveis com a dignidade da profissão e com o exercício profissional da advocacia, em inúmeras falas do advogado João Neto em redes sociais e em diversos veículos jornalísticos, dentre outras condutas irregulares.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.