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academia de futebol do palmeiras
A Polícia Civil de São Paulo identificou um suspeito e apreendeu um veículo ligado ao ataque com bombas e rojões contra a Academia de Futebol do Palmeiras, ocorrido na madrugada de domingo (10). O caso é conduzido pela Delegacia de Repressão aos Delitos de Intolerância Esportiva (Drade).
O inquérito foi instaurado nesta quarta-feira (13) após solicitação do clube. Segundo a Drade, o automóvel foi registrado no local no momento do ataque e seu motorista deverá ser indiciado.
De acordo com o advogado criminal do Palmeiras, Euro Maciel Filho, o pedido formal à Polícia buscou agilizar a apuração. “Foram levantadas mais mídias, gravações do próprio Palmeiras, um relatório do segurança, então (fizemos a petição) para reunir isso tudo em um único documento, e entregar mais organizado, mais detalhado, ao delegado de polícia, para facilitar a investigação”, explicou.
O clube solicitou apuração dos crimes de dano ao patrimônio, periclitação da vida, já que havia um segurança na guarita durante o ataque, e incêndio.
As câmeras de segurança registraram pelo menos cinco pessoas encapuzadas ou usando capacetes arremessando artefatos explosivos contra o portão de entrada. Um sexto indivíduo filmava a ação.
“O problema é que todos estavam encapuzados ou até com capacete de moto, então a identificação é difícil, mas a polícia tem os seus meios para investigar, o veículo no qual estavam, a placa do veículo, então acreditamos que a partir de um trabalho investigativo, que a polícia vá desenvolver daqui para frente, será possível identificar esses agentes e puni-los de acordo com a lei”, completou Maciel Filho.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.