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abrigo em feira de santana
As quatro pessoas responsáveis por um abrigo para idosos em Feira de Santana foram denunciados nesta terça-feira (18) pelo Ministério Público do Estado (MP-BA). Os quatro foram presos no dia 4 de junho, ocasião em que houve a interdição do Centro de Recuperação Projeto de Instituição Evangelizar (Centro de Recuperação IDE).
Os investigados são João Tavares da Silva e os filhos Phillipe Brito da Silva e Thiago Brito da Silva, além de Bárbara Conceição Magalhães dos Santos. Os quatro são acusados de extorsão, associação criminosa, tortura, sequestro e cárcere privados de idosos e pessoas com deficiência, além de maus-tratos e redução à condição análoga à de escravidão.
Segundo o MP-BA, João Tavares, Phillipe Brito e Thiago Brito da Silva agrediram um interno no dia 29 de maio. Devido ao estado grave, a vítima teve que ser levada ao Hospital Geral Clériston Andrade, onde segue internada. Ainda segundo o MP-BA, o abrigo era clandestino e funcionava sem alvará sanitário.
A decisão judicial, que ordenou as prisões e a interdição do local, também determinou o encaminhamento dos pacientes para as famílias deles ou para outros centros que atendessem às necessidades. Seguem presos João Tavares, Phillipe Brito e Thiago Brito.
Na denúncia, o MP-BA também relatou que os denunciados também foram presos em flagrante porque submetiam quatro internos a privações durante mais de quinze dias, praticando maus-tratos e grave sofrimento físico e moral.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"Eu fiquei triste, porque ele não foi derrotado por incompetência jurídica, porque ele é um dos melhores advogados desse país, ele foi derrotado por uma questão simplesmente política. E o que vai acontecer? Eu vou mandar o Messias outra vez. Por respeito à função presidencial, sou eu que indico".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao confirmar que vai enviar ao Senado o nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga do Supremo Tribunal Federal (STF). O AGU teve sua primeira indicação rejeitada no Senado no último dia 29 de abril.