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Capitão da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026, o zagueiro Marquinhos concedeu entrevista coletiva nesta quarta-feira (3), em Nova Jersey, nos Estados Unidos, e comentou o abraço dado ao defensor Gabriel Magalhães após a final da Liga dos Campeões, disputada no último sábado (30).
O jogador do PSG, campeão europeu pela segunda vez, explicou que a atitude foi motivada pela identificação com o momento vivido pelo companheiro de Seleção, que desperdiçou uma das cobranças de pênalti na decisão. Marquinhos recordou a eliminação do Brasil para a Croácia nas quartas de final da Copa do Mundo de 2022, quando também perdeu uma penalidade.
"Ali estava pronto já para comemorar, mas quando começo os primeiros passos correndo eu tenho essa imagem do Gabi de frente para mim, é a mesma imagem que tenho quando errei também na Copa de 2022. E nesse momento me reverti a pensar um pouco no meu companheiro, a ter um pouco de empatia como ele naquele momento", afirmou.
O defensor destacou a dificuldade de lidar com esse tipo de situação e disse que procurou oferecer apoio ao companheiro de zaga em um dos momentos mais delicados da carreira de um atleta.
"Assim como vivi um momento muito difícil assim, e sei o peso que é estar ali vivendo aquele momento, faz parte da nossa carreira. Depois com os dias e os jogos passando, a gente consegue digerir melhor e essa cicatriz se torna uma motivação para seguir trabalhando. Mas aquele momento é muito difícil, ainda mais quando você tem esperança de acertar o pênalti. Vivemos o mesmo momento, não sei a dimensão para ele, mas para mim foi difícil. Assim como eu gostaria de ter recebido um abraço naquele momento, eu simplesmente deixei minutos da comemoração para ir ali dar um abraço e falar duas ou três palavras para ele", completou.
Durante a entrevista, Marquinhos também abordou a preparação da Seleção nos Estados Unidos e o desafio de equilibrar a estrutura oferecida à delegação com a proximidade dos torcedores.
"É uma linha, é um limite difícil de saber até que ponto. Eu acho que foi uma aposta da comissão, do staff, é uma aposta boa. Vocês estão sendo testemunhas do quanto a gente está muito bem amparado aqui quanto a hotel e preparações de campo. Por outro lado tendo tudo isso a gente acaba ficando distante. Tem que se colocar algumas coisas na balança, e a gente tenta fazer o melhor que pode", destacou.
O zagueiro afirmou que a comissão técnica trabalha para criar oportunidades de aproximação com o público sem comprometer a preparação da equipe para a disputa do Mundial.
"Vem sendo preparado treino aberto, acho que o Caetano (Rodrigo, coordenador executivo geral de seleções masculinas) e o Cicero (Souza, gerente geral técnico) podem falar melhor que eu. Mas para que a gente possa estar conectado com o povo, com os torcedores que vão estar aqui, mas também ter tranquilidade para trabalhar quanto a tática. Mas com certeza vamos ter os momentos de conexão com o público. Mas acho que vem muito também da nossa energia no campo. Tive momentos difíceis aqui na Seleção, no clube também, acho que o que reconecta realmente torcedor, jogador, time, staff e o momento que o time vem vivendo é o campo. É o que a gente entregar no campo, é nossa vontade, são os resultados vindo", disse.
Por fim, Marquinhos ressaltou que o desempenho dentro das quatro linhas será determinante para fortalecer a relação entre a equipe e os torcedores durante a Copa do Mundo.
"Falo por experiência própria do que vivo no clube, na Seleção não seria diferente. Tudo que a gente vem conquistando de conexão com torcedores e com a cidade fica muito mais fácil. Não seria diferente aqui na Copa. O que a gente entregar como energia e resultados, com certeza tudo vai ser muito mais fácil. Treinos, conexão com torcedores, dia de folga teremos mais acesso a tirar fotos, tudo vai ser mais tranquilo e mais sadio", finalizou.
O cantor e compositor Martinho da Vila fez uma solicitação formal à juíza Carolina Moura Lebbos, da 12ª Vara Federal, para ter autorização de visitar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na sala prédio da Polícia Federal, em Curitiba, onde o petista está preso. “Excelentíssima senhora juíza. Saudações. Gostaria de fazer uma visita ao ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva com minha esposa Clediomar Ferreira. Trata-se de uma visita de amizade, sem conotações políticas. Isto posto, solicito autorização. Antecipadamente grato, Martinho da Vila”, diz o documento enviado nesta segunda-feira (23). “Quero ir lá (na prisão da PF) dar um abração nele. Se você é meu amigo e tiver algum problema eu tenho a obrigação de lhe dar o meu conforto. Só isso, um abraço de conforto que eu quero dar no Lula”, explicou o músico, ao Estadão. De acordo com informações do jornal, a magistrada ainda não deu uma resposta a Martinho da Vila, mas na segunda, mesmo dia do pedido, ela recusou uma solicitação de visita realizada por parlamentares e amigos de Lula.
Confira a solicitação enviada pelo músico:
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.
