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Sete suspeitos, incluindo três idosos, foram presos e uma fábrica artesanal de armas de fogo acabou fechada em uma ação ocorrida nesta quinta-feira (13) em Santa Rita de Cássia, na divisa da Bahia com o Piauí.
Segundo a Polícia Civil, o fato ocorreu durante a Operação Colheita da Lei, que resultou também na apreensão de munições, medicamentos de venda restrita e materiais usados na produção rústica de armamentos.

Foto: Divulgação / Polícia Civil
Durante as buscas, os agentes encontraram uma oficina clandestina de armas e prenderam em flagrante um idoso, de 66 anos, apontado como responsável pela fabricação dos armamentos. No local, foram apreendidas sete espingardas caseiras, além de canos e diversos componentes usados na montagem.
Dando sequência, outro idoso, de 75 anos, foi detido em um estabelecimento no Centro de Santa Rita de Cássia. No local havia mais de 750 munições de diferentes calibres. Na mesma ação, a polícia apreendeu 80 comprimidos de medicamento abortivo e outros fármacos de uso controlado, encontrados na casa de uma idosa, de 71 anos, que também foi detida.
A operação também identificou indícios de crimes financeiros, com a apreensão de cartões bancários de terceiros, notas promissórias e dinheiro em espécie que estavam na posse de um dos suspeitos.
Ao todo, sete pessoas foram presas: seis em flagrante e uma por cumprimento de mandado de prisão preventiva. A “Colheita da Lei” foi coordenada pela Dirpin Oeste/Chapada e pela delegacia de Santa Rita de Cássia, com apoio da Coorpin/Barreiras, da 1ª delegacia de Barreiras, do Gatti Oeste, do DHPP e da Deam/Barreiras.
As investigações continuam para identificar possíveis envolvidos e fortalecer o combate ao crime na região Oeste.
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Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.