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abate de animais
O Ministério Público do da Bahia (MP-BA), através da 2ª Promotoria de Justiça de Amargosa, expediu uma Recomendação, determinando que o município de Amargosa adote medidas imediatas para coibir a prática de abate clandestino de animais em área urbana.
De acordo com a Promotoria, as investigações confirmaram a ocorrência de abate irregular em um imóvel localizado na Rua Idalina Figueiredo Batista, nº 365, no bairro Catiara. A prática, conforme o órgão ministerial, tem causado preocupação entre os moradores devido aos riscos à saúde pública e ao meio ambiente. As diligências realizadas apontaram para a manipulação inadequada de carcaças, descarte irregular de resíduos e a possível atração de vetores de doenças.
A recomendação afirma que, embora o Poder Público Municipal tenha conhecimento da situação, limitou-se a solicitar apoio de outros órgãos, sem adotar ações concretas para interromper a atividade. A Promotoria caracterizou essa postura como uma omissão no exercício do poder de polícia administrativa, sanitária e ambiental, competência atribuída ao município.
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A Promotora de Justiça Jessica Camille Goulart Mendes Tojal estabeleceu duas providências principais ao município. A primeira é a adoção imediata de medidas administrativas para interromper o abate no local mencionado, incluindo a plena atuação do poder de polícia municipal com autuação, interdição, apreensão de instrumentos e aplicação de sanções. A segunda é o encaminhamento, no prazo de 30 dias, de um relatório circunstanciado ao Ministério Público detalhando todas as ações tomadas.
O documento estabelece um prazo de 15 dias, contados a partir do recebimento, para que a Prefeitura de Amargosa apresente uma resposta formal informando se acatará ou não as determinações. Caso opte por não atender, deve apresentar justificativas no mesmo período.
A Prefeitura de Rodelas, no norte da Bahia, na divisa com Pernambuco, emitiu um decreto na quarta-feira (13) que permite a apreensão e, em alguns casos, o abate de animais encontrados soltos nas ruas. A medida, que já está em vigor, autoriza que a carne dos animais abatidos seja doada para a rede pública municipal de ensino.
A decisão foi tomada na gestão do prefeito Emanuel Ferreira (PCdoB) alega que recebe diversas reclamações de moradores sobre animais como cavalos, vacas e bois que atrapalham o trânsito, colocam a segurança das pessoas em risco e destroem jardins.
Trechos da decisão emitida pela prefeitura de Rodelas | Foto: Montagem / Bahia Notícias
Os animais encontrados soltos serão levados para os currais do matadouro público municipal, onde poderão ser resgatados por seus tutores após o pagamento de uma multa. Caso o dono do animal não seja identificado em um prazo determinado, o decreto autoriza que o animal seja doado, leiloado ou abatido.
O valor da penalidade varia conforme o porte do animal:
-
R$ 40 para animais de médio porte (suínos, caprinos e ovinos).
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R$ 120 para animais de grande porte (bovinos e equinos)
Veja divulgação em nota oficial:
O decreto também estabelece que a prefeitura não se responsabiliza por danos ao animal durante o processo de apreensão e custódia. A responsabilidade por qualquer custo de tratamento ou prejuízo ao animal é do proprietário, cuja negligência resultou na soltura do mesmo.
A Prefeitura Municipal de Cravolândia disse que “não pretende e, principalmente, não irá realizar o abate de animais". A gestão escreveu, em nota, que as providências que poderão ser adotadas pelo Poder Público local sempre serão antecedidas de uma orientação técnica, feita por um médico veterinário, que comprove o que será melhor para o animal.
A polêmica surgiu após um decreto municipal sobre a apreensão, remoção, recolhimento e guarda de animais encontrados soltos em vias e logradouros públicos. O documento gerou polêmica por mencionar a possibilidade de sacrificar o animal, caso sua apreensão seja impraticável.
"Todos os animais que por ventura venham a ser apreendidos serão acomodados em locais que lhe garantam dignidade, contando com alimentação e água necessária ao seu bem estar”, completa a prefeitura.
A gestão destacou que tem sido constante a identificação de inúmeros animais soltos em vias públicas na cidade e que o assunto demanda regulamentação local e que tem o objetivo de preservar a vida das pessoas que transitam nas vias públicas, chamando atenção dos tutores desses animais.
Um decreto da prefeitura de Cravolândia, no Vale do Jiquiriçá, provocou indignação. A medida chega a permitir o abate de animais soltos nas ruas, o que gerou polêmica. Pelo decreto, a situação só poderá ser feita quando apreensão for impraticável, quando reste apenas o sacrifício. A medida ainda precisará ser mediada por um veterinário indicado por órgão competente.
Segundo o Blog do Marcos Frahm, parceiro do Bahia Notícias, o decreto Nº 448/2023 foi publicado no de 5 de maio, mas passou a ganhar repercussão nos últimos dias. O procedimento dispõe sobre a apreensão, remoção, recolhimento e guarda de animais encontrados soltos em vias e logradouros públicos do município.
Conforme a prefeitura, a justificativa é o aumento do número de animais, dos mais diversos portes, abandonados nas vias da cidade.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ciro Nogueira
"Tentam parar de todas as formas quem lidera as pesquisas de intenção de votos. Isso aconteceu comigo em 2018, faltando 15 dias para a eleição".
Disse o presidente nacional do partido Progressistas e senador piauiense Ciro Nogueira se pronunciou após ser alvo de uma operação da Polícia Federal (PF) que apura suposto envolvimento do parlamentar com o Banco Master, instituição ligada a um esquema de fraudes.