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a nvisa
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária determinou a proibição de todos os suplementos alimentares e energéticos da empresa OZT Comércio Atacadista Especializado em Produtos Ozonizados.
A medida proibiu a comercialização, distribuição, fabricação, propaganda e uso. Segundo a Agência Brasil, a entidade estabeleceu a apreensão dos produtos, que têm adição de ozônio, um tipo de gás que não tem avaliação de segurança para uso como parte de suplementos alimentares e composto líquido pronto para o consumo, como energéticos.
De acordo com a publicação, o uso de ozônio é autorizado apenas como agente de desinfecção no tratamento de água. A Anvisa apontou ainda que a organização divulgou propagandas desses alimentos com indicações terapêuticas e alegações funcionais e de saúde não aprovadas. A empresa teria alegado que o produto "oferece suporte nutricional para o funcionamento saudável do sistema digestivo, hepático, ocular e cardiovascular".
“Nenhuma das alegações aprovadas para alimentos está associada com finalidades medicamentosas ou terapêuticas, que são exclusivas de medicamentos e devem ser comprovadas cientificamente”, indicou a agência, por meio nota.
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Charles Fernandes
"Não foi a melhor estratégia, em breve tudo restará esclarecido".
Disse o deputado federal Charles Fernandes (PSD) ao rebater nesta quinta-feira (22), os desdobramentos da ação judicial envolvendo emendas parlamentares originalmente destinadas pelo ex-deputado federal Otto Alencar Filho, atual conselheiro do Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE-BA) no Superior Tribunal de Justiça (STJ).