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A estreia do documentário “A Colisão dos Destinos”, que retrata a trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), reuniu apoiadores e lideranças da direita baiana na noite desta quarta-feira (20), em Salvador. A exibição aconteceu no Shopping da Bahia, e teve ingressos esgotados antes do evento.
A produção aborda momentos da vida pública de Bolsonaro, desde a juventude até a eleição presidencial de 2018. A sessão na capital baiana contou com a presença dos deputados Diego Castro e Capitão Alden, ambos do PL. Os parlamentares destacaram a mobilização do público conservador em torno da estreia.
Segundo Diego, o interesse pela produção demonstra espaço para conteúdos alinhados ao campo da direita também no setor cultural. “Existe um público que quer consumir conteúdos alinhados com os valores da direita e participar desses espaços. O esgotamento dos ingressos mostra que há interesse das pessoas em acompanhar essa trajetória e fortalecer esse debate também no campo cultural”, declarou o parlamentar.
Já Alden afirmou que o cinema é um ambiente importante para debate político e formação de opinião. “A direita precisa ocupar todos os espaços, inclusive os culturais. O cinema também é um ambiente de debate de ideias e de formação de opinião. Esse documentário apresenta fatos importantes da trajetória do presidente Bolsonaro e desperta o interesse de muitas pessoas que acompanharam esse período político do Brasil”, afirmou o deputado federal.
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Divulgação
Durante o evento, os dois parlamentares também manifestaram apoio ao nome de Flávio Bolsonaro para a disputa presidencial de 2026, após a repercussão envolvendo o senador e o empresário Daniel Vorcaro, investigado no caso Banco Master.
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Marcius Gomes
"A Bahia não tem aprovação automática. Isso é um termo que vem sendo utilizado pela oposição, mas nós temos uma portaria, a portaria 190, que fala sobre a recuperação da aprendizagem. Eu sou da época que tinha a tal da ‘dependência’, acho que os ouvintes e os pais lembram bem disso. O que nós temos tido com a 190 é justamente isso, a gente não pode deixar o menino pelo caminho, a menina pelo caminho".
Disse o secretário de Educação do Estado, Marcius Gomes ao negar que a rede pública estadual de educação realize a “aprovação automática” dos alunos na Bahia.