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7 a 1
O futebol voltou a ganhar espaço nas discussões do Big Brother Brasil desta temporada — muito pela presença de Edilson Capetinha, ex-jogador e sempre presente nos debates envolvento o assunto com os brothers. No episódio exibido na última quarta-feira (14), Edilson relembrou uma conversa que teve com Luiz Felipe Scolari às vésperas da semifinal da Copa do Mundo de 2014, marcada pela derrota histórica da Seleção Brasileira por 7 a 1 para a Alemanha. No relato, o ex-atacante fez críticas diretas à escolha de Bernard, à época atuando no Shaktar Dontestk, da Ucrância, como titular naquela partida.
Segundo o ex-atacante, ele discordava da opção tática de Felipão e defendia uma postura mais cautelosa diante da seleção alemã.
"Eu falei: 'Eu não botava [o Bernard]'. Jogaria por uma bola e colocaria mais um volante. Colocaria Hulk e Fred na frente e jogaria por uma bola contra a Alemanha. Falei: 'Você [Felipão] vai colocar o Bernard?'. O Bernard é fraco. E ele falou: 'Na Copa de 2002, eu te coloquei'. E eu falei: 'Mas eu não sou o Bernard. O Bernard é ruim p****', disse Edilson.
Bernard tomou de Graça KKKKKKKKKKKKKKKKKK
— Goat Garro ???? (@UFCdaguestan) January 14, 2026
Ficou de xereca pelo nosso Edilson capetinha. pic.twitter.com/pNluJ6phT8
A goleada sofrida no Mineirão, em Belo Horizonte, é cercada de episódios que até hoje geram debates, e a escalação de Bernard figura entre os mais lembrados. À época, o Brasil entrou em campo desfalcado de Neymar, que havia sofrido uma grave lesão após falta de Zúñiga, da Colômbia, nas quartas de final.
Sem seu principal jogador e sem um ponta-esquerdo de origem, Felipão enfrentou dúvidas na montagem da equipe, que também já contava com a ausência de Thiago Silva, que estava suspenso.
Apesar das especulações, o treinador optou por manter o memso esquema tático, escalando Bernard pelo lado esquerdo, apostando que o meia poderia desempenhar uma função semelhante à de Neymar. Dante, que jogava no Bayern de Munique, substituiu Thiago Silva.
A escolha não surtiu efeito, e a Seleção Brasileira sofreu a derrota mais expressiva de sua história em Copas do Mundo, diante de um Mineirão lotado.
PROVA DO LÍDER
Na primeira prova do líder — e de resistência do BBB 26 — Edilson foi o penúltimo desistente. Ele foi o 19° eliminado, ficando por cerca de 23 horas. Ao deixar a prova, o ex-atleta precisou ser carregado pelos brothers até o sofá, onde exausto, caiu em lágrimas e foi muito aplaudido.
Informação: Edilson Capetinha desistiu da Prova do Líder no BBB26 após ficar 23 horas em pé, aos 55 anos.
— DOUGLAS REALITYS (@DougRealitys) January 15, 2026
• Ao chegar à casa, ele precisou ser carregado no colo e começou a chorar. #BBB26 pic.twitter.com/Yz14ZX9pHl
Após Jonas Sulzbach desistir, Alberto Cowboy se tornou o primeiro líder da edição, ultrapassando 26 horas.
Nesta terça-feira (8), completam-se exatos 11 anos do episódio mais marcante — e doloroso — da história da Seleção Brasileira em Copas do Mundo. No dia 8 de julho de 2014, o Brasil foi goleado pela Alemanha por 7 a 1, em pleno Estádio Mineirão, em Belo Horizonte, pela semifinal do Mundial disputado em solo brasileiro.
A derrota, que chocou o país e o mundo, ficou conhecida como "Mineirazo", em alusão ao "Maracanazo" de 1950. A partida se tornou um grande marco para o futebol mundial — configurando-a como pior derrota já sofrida por uma equipe anfitriã em Copa do Mundo e um dos placares mais marcantes da história do esporte.

Foto: Divulgação
DOR DE CABEÇA PARA FELIPÃO
Às vésperas da partida, o técnico Luiz Felipe Scolari enfrentou problemas sérios para escalar a equipe. Neymar, principal nome da Seleção, havia sofrido uma fratura na vértebra após entrada violenta do colombiano Zuñiga nas quartas de final. Além disso, o capitão Thiago Silva estava suspenso por acúmulo de cartões.
Com isso, Felipão optou por escalar o zagueiro Dante, do Bayern de Munique, e o atacante Bernard como titulares. O time, que já vinha oscilando desde o sufoco contra o Chile nas oitavas (quando venceu nos pênaltis), sentiu os desfalques e não resistiu ao poder ofensivo alemão.
O JOGO QUE ENTROU PRA HISTÓRIA
A Alemanha abriu o placar aos 11 minutos do primeiro tempo com Thomas Müller. O que se viu a partir dos 23 minutos foi um colapso completo da defesa brasileira. Em apenas seis minutos, os alemães marcaram quatro gols: Miroslav Klose (23’), Toni Kroos (24’ e 26’) e Sami Khedira (29’). Klose, inclusive, com seu gol, tornou-se o maior artilheiro da história das Copas, com 16 gols, superando Ronaldo.
Na segunda etapa, a Alemanha ampliou com dois gols de André Schürrle (69’ e 79’). Oscar marcou o gol de honra brasileiro aos 90 minutos, encerrando o vexame em 7 a 1.
ESTATÍSTICAS
A partida foi disputada diante de frustrados e surpreendidos 58.141 torcedores no Mineirão. A posse de bola foi equilibrada, com 52% para a Alemanha e 48% para o Brasil. A Seleção Alemã finalizou 12 vezes ao gol, com sete finalizações certas, enquanto o Brasil teve oito finalizações certas. O time brasileiro cometeu 14 faltas contra nove da equipe alemã.
O jogo contou com as seguintes escalações:
- Pelo Brasil: Júlio César; Maicon, David Luiz, Dante e Marcelo; Luiz Gustavo, Fernandinho e Oscar; Hulk, Fred e Bernard;
- A Alemanha de Joachim Löw jogou com: Manuel Neuer; Phillip Lahm, Boateng, Hummels e Höwedes; Khedira, Schweinsteiger, Toni Kroos e Mesut Özil; Thomas Müller e Klose.

Foto: Divulgação

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CONSEQUÊNCIAS
A derrota resultou em um enorme terremoto nos bastidores da CBF. Em entrevista após o jogo, Felipão classificou o resultado como "a maior catástrofe" da sua carreira. Dias depois, a entidade anunciou mudanças profundas na comissão técnica, marcando o fim do ciclo de Scolari e o retorno de Dunga (treinador do Brasil no ciclo da Copa do Mundo da África do Sul 2010) ao comando da Seleção.
Entre os feitos alemães, destacaram-se os cinco gols em 18 minutos — algo inédito em uma semifinal de Mundial — e a confirmação de Miroslav Klose como maior artilheiro das Copas. A goleada entrou para a história também como a primeira derrota do Brasil em uma semifinal desde 1938.

Foto: Divulgação
A tarde do 8 de julho de 2014 rendeu uma série de traumas à uma geração de torcedores brasileiros. A goleada de 7 a 1 sofrida pela Seleção Brasileira perante a Alemanha na Copa do Mundo completa dez anos nesta segunda-feira (8).
Logo aos 11 minutos, a Alemanha abriu o placar com Thomas Müller. Pouco depois, aos 23, saiu o segundo com Miroslav Klose. Gol esse que foi duplamente doloroso: Klose tornou-se o maior artilheiro da história das Copas, ultrapassando o brasileiro Ronaldo Fenômeno. Os minutos seguintes fizeram com que o povo brasileiro desejasse ainda mais o apito final, antes mesmo do intervalo.
Aos 24, 26 e 29 foram três gols e o primeiro tempo terminou em 5 a 0. Na segunda etapa ainda deu tempo dos alemães marcarem mais dois gols e Oscar descontar para o Brasil. Os mais de 58 mil torcedores estiveram no Mineirão naquela tarde viveram um pesadelo.
Marco na disparidade técnica e tática entre as equipes, na forma do jogo ser jogado e gerido o fatídico jogo está de aniversário nesta segunda-feira (8). Dez anos depois, a Seleção Brasileira encara um panorama parecido. Eliminada nos pênaltis, nas quartas de final da Copa América, diante do Uruguai, o elenco e a comissão vivem mais um período de crise e desconfiança da torcida brasileira para com o futuro da pentacampeã.
Aposentado desde 2016, Miroslav Klose foi anunciado, nesta terça-feira (11), como novo treinador do Nuremberg, clube alemão. Após auxiliar Hansi Flick no Bayern, essa será a primeira experiência de Klose como treinador principal.
"Quero ter uma dinâmica. Quero ter a bola e ter um certo domínio em campo. É isso que defendo como treinador. Estou ansioso! É a hora de planejar a nova temporada", disse Klose em entrevista coletiva.
O ex-jogador marcou um dos gols da vitória da Alemanha sobre o Brasil, por 7 a 1, gol esse que o fez se ultrapassar Ronaldo Fenômeno como maior artilheiro da história das Copas do Mundo masculina. Klose tem a missão de levar o tradicional clube alemão à elite do campeonato - o que não acontece desde a temporada 2018/19. O Nuremberg é o segundo maior campeão da Bundesliga com nove títulos, ficando atrás apenas do Bayern, que já conquistou 33.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ivana Bastos
"Gostaria que tivesse terminado de outra maneira".
Disse a presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), Ivana Bastos (PSD), ao lamentar o anúncio de saída do senador Angelo Coronel (PSD) do partido após embates por uma vaga na chapa do Senado do governador Jerônimo Rodrigues (PT). Em coletiva de imprensa nesta terça-feira (3), durante a abertura dos trabalhos da AL-BA, a deputada estadual afirmou que preferia que a tratativas “tivessem terminado de outra maneira”.