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13 anos foragido
Uma operação conjunta entre a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO), a Polícia Civil e o Departamento de Polícia Técnica (DPT) resultou, nesta terça-feira (12), na prisão de um homem condenado pelo homicídio de sua companheira em 2013. O assassinato aconteceu há 13 anos, gerou grande comoção, pois a vítima estava no oitavo mês de gestação.
O mandado de prisão foi cumprido no bairro da Barra, após um trabalho de inteligência conduzido pelo Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC) e pela Delegacia de Proteção ao Turista (Deltur). O investigado, que desferiu diversos golpes de faca contra a mulher e causou a morte do bebê, foi condenado a 15 anos e 10 meses de reclusão.
Para a delegada da Deltur, Marcela Abreu, o crime interrompeu a vida da mulher e do filho que o casal esperava. Após a captura em sua residência, o homem foi encaminhado à Coordenação de Polícia Interestadual (Polinter), onde permanece à disposição do Poder Judiciário.
A Polícia Civil ressaltou que a resolução deste caso reforça a importância das denúncias de violência doméstica e da solicitação de medidas protetivas para prevenir feminicídios.
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Pérolas do Dia
Capitão Alden
"Eu acho que chega a ser inocência demais você pensar assim. A pesquisa que foi feita indica que, a cada 10 votos que ACM Neto teve na última eleição, a cada 10 votantes, cerca de 7 a 8 teriam votado em Lula”, contextualiza. “Então, na cabeça deles, se eles apoiarem, por exemplo, o Flávio Bolsonaro, esse votantes ou aqueles que votaram e Lula poderiam não votar neles, mas chega a ser inocência você dizer ‘olhe, é certo que eu vou apoiar Flávio no segundo turno".
Disse o deputado federal da Bahia, Capitão Alden (PL) ao avaliar como “inocência” a hesitação do pré-candidato ao governo da Bahia, Antônio Carlos Magalhães (ACM) Neto (União), em declarar apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na disputa pela Presidência da República.