Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias Saúde
Você está em:
/
/
Saúde

Notícia

Inventor do cigarro eletrônico teme que produto seja classificado como medicamento

Inventor do cigarro eletrônico teme que produto seja classificado como medicamento
Apesar dos comprovados benefícios que o cigarro eletrônico tem na luta contra o vício do fumo, seu inventor, o chinês Hon Lik, teme que os Estados Unidos classifiquem o produto como um medicamento e imponham normas não previstas à sua venda. "Fumar é a coisa mais prejudicial da vida diária e eu dei uma contribuição enorme para a sociedade", diz com voz pausada Lik, de 57 anos, enquanto faz anéis de fumaça com aroma de tabaco com seu cachimbo eletrônico. O modelo básico do Ruyan é vendido a 68 iuanes (11 dólares), o negócio vai de vento em popa e suas patentes devem render em breve 75 milhões de dólares para outras de suas empresas, baseada em Hong Kong. Lik, no entanto, não ganhou muito dinheiro com o invento, uma vez que sua empresa teve de lidar com muitos problemas relacionados à marca e à patente. 

Isso o levou a se aliar ao segundo fabricante europeu de cigarros, a Imperial Tobacco, que anunciou sua intenção de comprar a patente por 75 milhões de dólares que Hon garante que investirá na Dragonite International, sua empresa em Hong Kong. Segundo Eric Bloomquist, analista independente da indústria do tabaco, radicado em Londres, as patentes de Hon eram de tal precisão que a Imperial Tobacco considerou necessário comprá-las. E a gigante europeia do setor informou à AFP que com esta operação esperava "reforçar mais" sua posição no mercado."Não vejo nenhuma contradição em trabalhar com a indústria do tabaco", que deve encontrar respostas à proibição de fumar, diz Hon Lik, acrescentando: "Talvez seja famoso dentro de 20 ou 30 anos".
 
O cigarro eletrônico funciona como um vaporizador pelo qual se inala uma solução com nicotina. As vendas decolaram nos últimos anos, abrindo um mercado mundial com mais US$ 2 bilhões, segundo a Euromonitor, empresa de análise econômica. Os fabricantes destacam a ausência de alcatrão e outros contaminantes, que o tornariam muito menos nocivos que o cigarro comum.