Possível surto de gripe aviária da china não está descartado, diz estudo
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Um surto do vírus H7N9 no início do ano obrigou o governo chinês a fechar todos os tradicionais mercados de aves do país, preocupado com a repetição do surto da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) que ocorreu em 2003. A medida teve êxito por conta de não haver aumento no número de infecções, mas o micro-organismo não está morto, segundo uma pesquisa financiada pelo próprio governo da China. De acordo com o estudo, uma cepa do agente patógeno (causador) é transmissível entre ferrets (furão doméstico) por meio de partículas respiratórias. Como o ferret é mamífero, seres humanos também podem ser afetados. Basta uma tosse ou um espirro, para que o H7N9 passe de uma pessoa para outra. . Em 2003, a China foi apontada como a disseminadora do vírus da SARS que se espalhou pelo mundo, com a infecção de oito mil pessoas, com índice de letalidade de quase 10%. A Organização Mundial da Saúde (OMS), na época, acusou o governo chinês de omissão pela demora chinesa em notificar o surto, o que facilitou a propagação do vírus. Informações do Correio Brasiliense.
