Estudo aponta 75% de proteção em casos sintomáticos da Ômicron com reforço da Pfizer
Um estudo divulgado pela Agência de Segurança de Saúde do Reino Unido mostrou a eficácia da dose de reforço da vacina Pfizer contra a nova variante ômicron, descoberta em novembro na África do Sul.
De acordo com a pesquisa, a dose de reforço, que é de extrema importância para o ciclo de imunização, gerou uma proteção que varia de 70% a 75%.
Para chegar neste resultado, foram analisadas 581 pessoas que positivaram para a nova variante e haviam completado o ciclo com as duas doses da vacina, sendo uma Pfizer e outra AstraZeneca.
"Estas estimativas iniciais deveriam ser tratadas com cautela, mas indicam que, alguns meses após a segunda dose da vacina, existe um risco maior de contrair a variante ômicron em comparação com a linhagem delta. Os dados levam a crer que este risco é consideravelmente reduzido após uma vacina de reforço, então peço a todos que recebam seu reforço quando estiverem habilitados", disse Mary Ramsay, chefe de imunização da Agência.
No início do mês, a BioNTech e Pfizer apresentaram estudos preliminares que demonstram que três doses das vacinas de seus laboratórios neutralizam a variante ômicron.
