Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias Saúde
Você está em:
/
/
Geral

Notícia

Anvisa rebate justificativa da Saúde de falta de aval para represamento de doses de vacinas

Anvisa rebate justificativa da Saúde de falta de aval para represamento de doses de vacinas
Foto: Divulgação

A Anvisa rebateu o argumento do Ministério da Saúde de que parte das 6,9 milhões de doses das vacinas da Pfizer e da Coronavac contra Covid-19, paralisadas no centro de distribuição da pasta, estavam nessa situação por falta de aval do órgão.

 

A informação foi divulgada nesta quinta-feira (12) e no mesmo dia a Agência Nacional de Vigilância Sanitária emitiu uma nota em que afirmou que “não há nenhuma pendência sob encargo da Agência em relação à liberação de vacinas contra Covid-19”.

 

Conforme reportagem do Estadão, do total de doses represadas, a Saúde pretende determinar o envio de 3 milhões de doses a diferentes Estados do País até o próximo fim de semana e o órgão sinalizou que 3,9 milhões restantes ainda precisariam do aval da Anvisa.

 

A Anvisa esclareceu que em muitos casos, as vacinas têm chegado em solo brasileiro sem a documentação necessária para o licenciamento da importação, exigência das normas de vigilância sanitária do país.

 

Como exemplo dos requisitos sanitários, o órgão destacou documentos associados ao controle de temperatura da carga, “aspecto crítico no caso das vacinas”.

 

Ainda conforme a nota da Anvisa, o licenciamento da importação pode ser iniciado antes da chegada das vacinas ao país.

 

Segundo o órgão, análises de licenças de importações têm sido feitos pela agência em prazo de horas, aos sábados, domingos e feriados. “Além disso, a Agência realiza reuniões permanentes com o Ministério da Saúde e estabeleceu fluxos exclusivos e prioritários para a importação de vacinas”, ressaltou.