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SSA aguarda Ministério para definir se grávidas podem combinar vacinas de Oxford e Pfizer

Por Jade Coelho

SSA aguarda Ministério para definir se grávidas podem combinar vacinas de Oxford e Pfizer
Foto: Reprodução/Pixabay

Salvador aguarda recomendação do Ministério da Saúde para aplicar nas gestantes que tomaram a vacina da AstraZeneca contra a Covid na primeira dose o imunizante da Pfizer na segunda aplicação. A estratégia foi a adotada no Rio de Janeiro.

 

A Prefeitura do Rio anunciou a medida nesta terça-feira (29) através do secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz. Ele fez uma publicação com a informação nas redes sociais.

 

“Seguindo a recomendação do nosso comitê: As gestantes que tomaram a primeira dose da vacina AstraZeneca poderão, mediante avaliação dos riscos e benefícios com seus médicos, realizar a segunda dose com a vacina da Pfizer 12 semanas após a primeira dose”, escreveu.

 

Em Salvador, 21 grávidas se vacinaram com a dose da Oxford/Astrazeneca em 7 de maio, antes que o Ministério da Saúde suspendesse a aplicação do imunizante para o grupo de pessoas grávidas após orientação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A Anvisa fez um alerta após o registro da morte de uma gestante de 35 anos, que pode ter ligação com o uso da vacina da AstraZeneca (leia mais aqui e aqui).

 

Dias depois, o Ministério publicou uma recomendação para que as gestantes e puérperas que receberam a primeira dose da vacina Covid-19 da AstraZeneca/Oxford recebessem a segunda dose e completassem o esquema vacinal apenas após o fim da gestação e o período puerpério (até 45 dias pós-parto). Além disso, a pasta também definiu que a vacinação desse grupo deveria ser condicionada a prescrição médica após avaliação individualizada de risco benefício (leia mais aqui).

 

O Ministério informou que até o dia 10 de maio haviam sido vacinadas mais de 15 mil gestantes com o imunizante da Astrazeneca.