Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias Saúde
Você está em:
/
/
Geral

Notícia

Dia do combate ao Câncer de Rim: SBU alerta para importância de exames de rotina

Dia do combate ao Câncer de Rim: SBU alerta para importância de exames de rotina
Tabagismo é fator de risco | Foto: Reprodução/Pixabay

O Dia Mundial de Combate ao Câncer de Rim é celebrado no dia 18 de junho chama a atenção da sociedade sobre os riscos deste tumor que é considerado um dos mais agressivos. Conhecido como o terceiro tipo de câncer mais frequente do aparelho geniturinário (órgãos genitais e urinários), o câncer renal representa cerca de 3% dentre todos os tipos de tumores malignos em adultos no mundo. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), a incidência estimada é de 7 a 10 casos para cada 100 mil habitantes no Brasil.

 

Especialistas apontam que o câncer renal merece atenção porque é assintomático em sua fase inicial, fazendo com que muitos pacientes descubram o tumor por acaso, geralmente ao fazer um exame de imagem, como ultrassonografia e tomografia, durante um check-up de rotina ou para investigar outras suspeitas. Assim, cerca de 70% dos diagnósticos são realizados de forma incidental e numa fase inicial, quando o paciente ainda é completamente assintomático.

 

Entretanto, quando a doença é diagnosticada na fase avançada ou metastática, as chances de cura são bem menores. A neoplasia renal apresenta uma alta mortalidade, cerca de 134 mil mortes por ano no mundo. “Quando detectada em estágio avançado, a doença se manifesta por meio de sangue na urina, dores nas costas, fadiga constante, perda de peso e nódulo palpável na parte lateral das costas”, afirma o presidente da Sociedade Brasileira de Urologia-Seccional Bahia (SBU-BA), Lucas Batista.

 

De acordo com o médico, este tipo de câncer é mais comum entre os homens e os principais fatores de risco são o tabagismo, obesidade, hipertensão arterial, insuficiência renal terminal e histórico familiar, além de algumas síndromes clínicas raras, presença de doença renal cística adquirida, uso prolongado de analgésicos não esteroides, e exposição a alguns agentes como cádmio e derivados de petróleo.