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Grupo de SSA aborda saúde sexual e reprodutiva da mulher em livro digital gratuito
Foto: Divulgação

A saúde sexual e reprodutiva da mulher, anticoncepcionais, ciclos menstruais, higiene pessoal e assuntos relacionados são temas abordados em um livro digital recém-lançado em Salvador. "Nossos Ventres: Saúde sexual e reprodutiva" traz discussões sobre temas que ainda são considerados tabus na sociedade, mas que precisam ser debatidos e encarados com naturalidade.

 

O livro nasceu de uma iniciativa da coletiva Lunáticas e O e-book está disponível para download gratuitamente.
 

Entre os objetivos do livro, está o de incentivar que as mulheres, sejam elas cis ou trans, se dediquem a investigar seus corpos e conheçam práticas naturais. A elaboração do livro contou com o apoio de ginecologistas, psicólogas, terapeutas holísticas. A ideia defendida é de que  mais conhecimento possibilita escolhas autônomas e conscientes para que as pacientes adotem métodos e procedimentos mais confortáveis e adequados às suas particularidades.

 

O livro foi elaborado como parte do projeto Nossos Ventres, iniciado em março que desde março com foco em conscientizar mulheres sobre seus próprios corpos, com a realização de oficinas e a produção de uma série de episódios do podcast Lunáticas.

 

De acordo com a redatora do livro e coordenadora-geral da iniciativa, Lara Carvalho, o e-book finaliza um ciclo ao aglutinar todo o conhecimento abordado ao longo desses oito meses.

 

“A nossa proposta veio da vontade de produzir um material em linguagem acessível sobre todos os temas que tratamos ao longo do projeto – usamos como base as conversas que tivemos nos episódios do podcast e das palestras, além de outras informações adicionais, com o objetivo de trazer informações e embasar alguns conhecimentos populares que podem ser aplicados à saúde integrativa sexual e reprodutiva”, destaca Lara, que também é pesquisadora autônoma sobre ciclos menstruais e já atuou na área de terapia holística.

 

Na visão de Lara, ao falar de autonomia, não está falando de rejeitar a medicina, “mas de nos permitir descobrir também o que funciona pra gente com base na reação de nossos organismos, afinal, cada corpo é único”.

 

“É essencial termos especialistas de nossa confiança, mas também é essencial nos conhecermos para sabermos identificar quando há algo fora do normal na nossa saúde e buscarmos ajuda” acrescente.

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