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Após morte de voluntário, Oxford assegura que 'estudo deve continuar'

Após morte de voluntário, Oxford assegura que 'estudo deve continuar'
Foto: Ilustrativa/Camila Souza/GOVBA

A universidade de Oxford divulgou nota nesta quinta-feira (22), em que comenta sobre a morte de um voluntário brasileiro participante dos testes da vacina contra a Covid-19 desenvolvida plea instituição. De acordo com o texto,  a universidade afirma que “a análise cuidadosa deste caso não trouxe dúvida quanto à segurança do estudo clínico em curso. Uma revisão do comitê independente e as agências regulatórias brasileiras recomendam que o estudo deve continuar”.

 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou, na quarta-feira (21), que recebeu no início da semana a notícia da morte do médico João Pedro R. Feitosa, de 28 anos, que participava como voluntário dos testes da vacina de Oxford no Brasil. O óbito decorreu de complicações da Covid-19 (lembre aqui). 

 

O comunicado encaminhado a revista Veja pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), responsável pela coordenação dos estudos da vacina no país. “Todos os eventos clínicos relevantes observados entre os participantes do grupo controle ou no grupo que recebe a vacina contra Covid-19 são revisados ??por um comitê de segurança independente”, afirmou. A Unifesp ainda ressaltou que as decisões do desenvolvimento do imunizante estão balizadas em critérios científicos.

 

De acordo com a reportagem da Veja, o consórcio tem aval para recrutar 10 mil voluntários brasileiros. Cerca de oito mil já receberam uma ou duas doses do medicamento ou de uma solução placebo. “Tudo avança como o esperado, sem ter havido qualquer registro de intercorrências graves relacionadas à vacina envolvendo qualquer um dos participantes participantes”, informou a Unifesp.