Quarta, 08 de Abril de 2020 - 18:20

MS fecha 1º contrato com empresa brasileira para produção de respiradores

por Jade Coelho

MS fecha 1º contrato com empresa brasileira para produção de respiradores
Foto: Marcos Corrêa / PR

O Ministério da Saúde fechou o primeiro contrato para aquisição e entrega de respiradores mecânicos com uma empresa brasileira. A informação foi divulgada pelo ministro Luiz Henrique Mandetta em coletiva na tarde desta quarta-feira (8).

 

O titular da pasta também revelou que as compras com a China que estavam previstas não se confirmaram, inlcuindo a aquisição de respiradores. O país asiático é um dos maiores produtores e fornecedores de equipamentos médicos.

 

As empresas brasileiras que produzem respiradores tem capacidade reduzida em comparação com as chinesas. Um exemplo dado pelo ministro foi de uma empresa do Brasil que tem a capacidade de fabricar 500 respiradores em um ano.

 

"Conseguimos que indústrias de outras áreas se mobilizassem, foi feita uma enorme força tarefa foi realizada", destacou Mandetta.

 

USO DE CLOROQUINA

O ministro aproveitou a coletiva para fazer um alerta sobre a medicação e esclareceu o motivo pelo qual o Ministério só autorizou o uso em ensaios clínicos de casos críticos.

 

Mandetta destacou que os testes da substância ainda são preliminares e que é preciso levar em conta que o medicamento tem graves efeitos colaterais.

 

PROFISSIONAIS DE SAÚDE

Até esta quarta-feira 664.565 profissionais de saúde tinham se inscrito para colaborar durante a crise. Esse número inclui médicos, enfermeiros, fisioterapeutas e técnicos em enfermagem. Entre os estudantes de áreas da saúde o número foi de 89 mil.

 

O titular do Ministério da Saúde ainda ressaltou que a pasta não fez uma convocação.

 

BRASIL NO MUNDO

O Brasil está em 14º lugar no ranking mundial em relação ao número de casos confirmados de infecção por coronavírus. Até esta quarta 15.927 pessoas testaram positivo para o vírus no país. 

 

O número de mortes chegou a 800 no Brasil, e colocou o país na 12ª posição no mundo. A letalidade registrada é de 5%, a 8ª no mundo.

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