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Armazenamento de células-tronco do cordão umbilical diminui no Brasil, alerta órgão

Armazenamento de células-tronco do cordão umbilical diminui no Brasil, alerta órgão
Foto: Rodrigo Nunes / MS

As células-tronco presentes no cordão umbilical do recém-nascido podem tratar mais de 80 doenças e servem para pacientes que precisam de doadores de medula óssea. No entanto, conforme análise da Agencia Nacional de Vigilância (Anvisa), entre 2013 e 2016, ocorreu uma diminuição no número de unidades coletadas e armazenadas pelos bancos. No setor privado de armazenamento a queda foi de 48% e no público de 30%. De acordo com a Anvisa, no Brasil há 13 bancos públicos e 19 bancos privados em atividade. A pediatra e neonatologista Marily Soriano, do Hospital Santa Luzia, de Brasília destacou que o transplante de medula óssea pode tratar doenças, como: leucemias, linfomas, anemias graves, anemias congênitas, emoglobinopatias, imunodeficiências congênitas e mieloma múltiplo. Apesar da baixa, até setembro deste ano, segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), foram preservados 23.850 unidades de cordão umbilical nos bancos públicos do país, com 186 unidades utilizadas em transplantes.