Processo Transexualizador é habilitado em quatro novos serviços ambulatoriais
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Quatro novos serviços estão habilitados para procedimentos ambulatoriais de processo transexualizador. Os novos serviços serão disponibilizados no Hospital das Clínicas de Uberlândia (MG), Instituto Estadual de Diabetes e Endocrinologia do Rio de Janeiro, Centro de Referência e Treinamento DST/AIDS de São Paulo e o CRE Metropolitano, de Curitiba. São, agora, nove centros habilitados para oferecer terapia hormonal, acompanhamento dos usuários em consulta, acompanhamento no pré e pós operatório. Dos nove centro, apenas cinco oferecem a cirurgia de redesignação sexual. Desde 2008 o Sistema Único de Saúde (SUS) assegura a cobertura integral e gratuita de saúde, oferecendo cirurgias e procedimentos ambulatoriais para pacientes que realizam a redesignação sexual. Desde 2008 foram realizados 349 procedimentos hospitalares e 13.863 procedimentos ambulatoriais relacionados ao processo. O SUS disponibiliza a cirurgia de redesignação sexual, além de mastectomia, para retirada das mamas; plástica mamária reconstrutiva, para adicionar prótese de silicone; além de cirurgia de tireoplastia, para trocar a voz. A terapia hormonal e acompanhamento dos usuários também são oferecidos pelo SUS. Hoje, cinco serviços oferecem procedimentos ambulatoriais e procedimentos hospitalares de mudança de sexo. São eles: Hospital de Clínicas de Porto Alegre, que pertence à Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Hospital Universitário Pedro Ernesto, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro; Hospital de Clínicas da Faculdade de Medicina da USP; Hospital das Clínicas de Goiânia, da Universidade Federal de Goiás; Hospital das Clínicas, da Universidade Federal de Pernambuco. Os novos centros habilitados farão somente os procedimentos, sem a cirurgia. Na Bahia, o Hospital Universitário Professor Edgard Santos (Hupes) é a primeira unidade de saúde habilitada para realizar o processo transexualizador via Sistema Único de Saúde (SUS).
